- Relatório da fintech Adyen indica que até 10% das vendas legítimas são bloqueadas no checkout por erros dos sistemas de segurança.
- Os bloqueios ocorrem tanto na aprovação de pagamentos quanto em outras etapas da jornada de compra.
- Barreiras podem surgir em cadastros de clientes e na utilização de promoções.
- O resultado é perda de receita para varejistas, ainda que a finalidade seja evitar fraudes.
Na leitura de um relatório recente da fintech Adyen, varejistas enfrentam excesso de rigor na proteção contra fraudes, o que bloqueia vendas legítimas no checkout. O estudo aponta que até 10% das compras autorizadas são rejeitadas por erros dos sistemas de segurança.
As barreiras não se restringem ao pagamento; também ocorrem em outras etapas da jornada de compra, como cadastros e o uso de promoções. A consequência imediata é a perda de receita mesmo quando o cliente tem intenção de compra.
Segundo a Adyen, o problema nasce de julgamentos automatizados que, ao priorizar a proteção, acabam bloqueando transações válidas. O relatório destaca a necessidade de equilíbrio entre segurança e fluidez na experiência de compra.
Implicações para o varejo
Especialistas citados no estudo ressaltam que ajustes finos na configuração de regras de fraude podem reduzir bloqueios sem comprometer a proteção. A adoção de regras adaptáveis pode beneficiar tanto lojistas quanto consumidores.
Além disso, a pesquisa sugere que monitoramento contínuo e testes A/B ajudam a identificar pontos de atrito na jornada. Mudanças gradativas podem melhorar a taxa de aprovação sem aumentar o risco de fraude.
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