- Manifestação de servidores do BRB e do Sindicato dos Bancários ocorre em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta terça-feira (9/6), cobrando a aprovação do projeto de reestruturação do banco.
- O texto em debate autoriza o empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB, via Fundo Garantidor de Créditos, acordo homologado pelo STF.
- A matéria deve ser discutida em plenário hoje.
- Autoridades sindicais dizem que a intervenção é essencial para evitar prejuízos maiores ao Distrito Federal, estimando custos entre R$ 58 bilhões e R$ 75 bilhões em caso de liquidação.
- O movimento destaca impactos sociais, afirmando que cerca de 6 mil famílias dependem do BRB e cobrando responsabilização de gestões anteriores.
Servidores do Banco de Brasília (BRB) e representantes do Sindicato dos Bancários realizaram na manhã desta terça-feira (9/6) uma manifestação em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O objetivo é pressionar pela aprovação de um projeto de lei encaminhado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a reestruturação da instituição financeira.
O projeto em pauta ratifica um acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o texto, o GDF pode contratar um empréstimo de 6,6 bilhões de reais junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A proposta deve ser discutida no plenário da CLDF neste dia.
A mobilização contou com o apoio de trabalhadores do BRB, que defendem a aprovação do contrato para evitar prejuízos maiores ao DF. A atuação do banco é apresentada como essencial para o equilíbrio financeiro da região.
De acordo com o movimento, a não intervenção pode gerar custos elevados para a administração local. Estima-se que, somando dívidas e juros, o cenário de liquidação do BRB poderia alcançar dezenas de bilhões de reais, impactando depósitos, rescisões e demais obrigações.
Os manifestantes destacam ainda o impacto social da crise, citando cerca de 6 mil famílias ligadas ao BRB. A pauta também aponta a necessidade de responsabilizar gestões anteriores, sem abandonar o papel do BRB na economia e na vida dos moradores do Distrito Federal.
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