- Tarifas propostas pelos EUA devem ter impacto setorial e menor efeito no cenário macroeconômico brasileiro.
- Ana Madeira, economista-chefe do Morgan Stanley, afirma que as projeções do PIB do Brasil não devem ser revisadas com base nessas tarifas.
- As declarações foram feitas durante evento promovido pelo Lide em São Paulo sobre as relações econômicas Brasil-EUA.
- O destaque é que as tarifas, segundo a visão apresentada, não alterariam de imediato a trajetória do PIB brasileiro.
Tarifas propostas pelo USTR devem ter efeito setorial e não alterar a projeção do PIB brasileiro, afirma Ana Madeira, economista-chefe do Morgan Stanley. O comentário foi feito durante evento promovido pelo Lide em São Paulo, sobre as relações Brasil-EUA.
Ela ressaltou que as medidas tendem a impactar segmentos específicos da economia, com efeito macroeconômico limitado. Segundo a especialista, as projeções oficiais não devem sofrer revisão com base nesses indicadores.
A fala ocorreu em atuação de Ana Madeira em um encontro na capital paulista, que discutiu o avanço das relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos. O evento reuniu políticos, empresários e integrantes do setor financeiro.
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