- Comércio entre Brasil e Estados Unidos caiu 14,3% em 2026, atingindo o décimo mês consecutivo de queda, somando US$ 27,4 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, frente ao mesmo período de 2025.
- A queda reflete a desaceleração da economia global e a instabilidade econômica e política no Brasil, que impactam as negociações bilaterais.
- O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Lucas Ferraz, disse que o governo busca ampliar a relação com os EUA, especialmente em tecnologia, energia e agricultura.
- Segundo Ferraz, o Brasil tem potencial para aumentar exportações aos EUA, mas precisa melhorar a competitividade e reduzir barreiras comerciais, com negociação de acordos.
- Em 2025, o Brasil exportou US$ 34 bilhões para os EUA e importou US$ 27 bilhões, gerando superávit de US$ 7 bilhões; principais produtos exportados são soja, minério de ferro, petróleo, carne bovina e automóveis.
O comércio entre o Brasil e os Estados Unidos caiu 14,3% em 2026, marcando o décimo mês consecutivo de queda. O volume total de importações e exportações entre os dois países alcançou US$ 27,4 bilhões nos primeiros quatro meses do ano, ante US$ 32,0 bilhões no mesmo período de 2025, segundo dados do MDIC.
A desaceleração é atribuída à fraqueza da economia global e à instabilidade econômica brasileira, que impactam as negociações bilaterais. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Lucas Ferraz, afirmou que o governo acompanha as tratativas com os EUA e busca ampliar a relação comercial, especialmente em tecnologia, energia e agricultura.
Ferraz ressaltou que o Brasil tem potencial para elevar exportações aos EUA, mas precisa aumentar a competitividade dos seus produtos e reduzir barreiras comerciais. O governo está negociando acordos e buscando facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado americano.
Em 2025, o Brasil exportou US$ 34 bilhões para os EUA e importou US$ 27 bilhões, gerando um superávit de US$ 7 bilhões, segundo dados do MDIC. Entre os itens mais exportados estavam soja, minério de ferro, petróleo, carne bovina e automóveis.
A queda no comércio bilateral preocupa empresários. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse que diversificar a pauta de exportação é essencial para reduzir a dependência do mercado americano e ampliar oportunidades.
O governo brasileiro informou que continuará buscando fortalecer a relação com os EUA e identificar novas oportunidades de negócios. Ferraz reiterou o potencial de crescimento do Brasil no comércio internacional e de tornar-se parceiro mais ativo dos EUA.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)
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