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BB e Caixa negam exposição a títulos e instrumentos do Master

BB e Caixa negam exposição a Banco Master; em 2024, operações compromissadas com a instituição de Daniel Vorcaro foram rotineiras, com até 0,1% do volume diário da Caixa

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  • Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal negam exposição a títulos, papéis, instrumentos ou ativos emitidos pelo Banco Master S.A. nos últimos cinco anos, em resposta a requerimento de acesso à informação do deputado Diego Garcia.
  • Banco do Brasil afirma que as entidades patrocinadas pelo banco (Previ, Economus, Fusesc e Prevbep) não possuem, nem possuíram, exposição direta ou indireta a títulos ou instrumentos do Banco Master, e que não havia relacionamento comercial entre as instituições.
  • Caixa afirma que, apesar de patrocinar planos de previdência pela Fundação dos Economiários Federais, não houve exposição direta ao Banco Master nos últimos cinco anos, abrangendo operações interbancárias, fundos, cessões de crédito, garantias ou outras relações financeiras relevantes.
  • A Caixa aponta que, em 2024, realizou operações compromissadas com o Banco Master; são operações rotineiras de liquidez diária, sem relevância individual, e o volume negociado com o banco foi, no máximo, 0,1% do total operado pela Caixa por dia.
  • Entre 2021 e 2026, a Tesouraria da Caixa não realizou a aquisição de ativos emitidos pelo Banco Master, em nenhuma modalidade.

O Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal negaram qualquer exposição a títulos, papéis ou ativos emitidos pelo Banco Master nos últimos cinco anos. A resposta aconteceu após um Requerimento de Acesso à Informação apresentado pelo deputado Diego Garcia (União-PR).

O BB afirmou que as entidades patrocinadas pelo banco, como Previ, Economus, Fusesc e Prevbep, não possuem nem possuíram nos últimos cinco anos exposição direta nem indireta a instrumentos emitidos pelo Banco Master S.A. O banco também destacou que não mantinha relacionamento comercial com o Banco Master.

A Caixa reforçou que patrocina planos de previdência administrados pela Fundação dos Economiários Federais, que tem autonomia patrimonial, administrativa e financeira, e que, nos últimos cinco anos, não houve exposição direta ao Banco Master. A instituição esclareceu que a informação abrange operações interbancárias, fundos compartilhados, cessões de crédito, garantias e outros vínculos financeiros relevantes.

Operações compromissadas em 2024

Ainda assim, a Caixa informou que, em 2024, realizou operações compromissadas com o Banco Master S.A. sob a justificativa de serem operações de rotina, com liquidez diária e sem relevância individual. Tais operações envolvem aplicação de recursos com recebimento de garantia em títulos públicos federais, em prazo geralmente de um dia.

A instituição explicou que o volume negociado com o Banco Master representou, no máximo, 0,1% do total operado pela Caixa em cada dia. Entre 2021 e 2026, a Caixa afirmou que a Tesouraria não adquiriu ativos de emissão do Banco Master em nenhuma modalidade.

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