- Bradesco BBI projeta retomada de ofertas públicas iniciais de ações em 2027, com fim da guerra no Oriente Médio como fator de apoio.
- A queda de juros no Brasil deve ocorrer em ritmo mais rápido, conforme argumento apresentado pelo executivo.
- O mercado deve voltar a ter um momento favorável para IPOs na bolsa brasileira.
- A primeira onda de emissões deve ser puxada por dez grandes empresas, entre 30 que já estão preparadas.
- Os setores com maior foco são infraestrutura, saúde, tecnologia e consumo/varejo.
O Bradesco BBI aponta que o Brasil deve retomar as operações de abertura de capital em 2027, após a conclusão de conflitos no Oriente Médio e com cortes de juros mais expressivos por parte do Banco Central. A expectativa é de um ciclo de IPOs mais ativo no país.
Segundo André Moor, responsável pela área de investment banking do Bradesco BBI, a retomada virá com uma primeira onda concentrada em grandes empresas. Serão cerca de 10 companhias puxando o mercado, entre 30 já preparadas para ofertar ações.
A aposta é voltada para setores de infraestrutura, saúde, tecnologia e consumo/varejo, com a janela de IPOs abrindo assim que o cenário macroeconômico favorecer novas emissões. O momento é visto como propício para captação de recursos.
A visão considera que, com o fim da guerra, o Brasil pode se beneficiar de cortes de juros em ritmo acelerado. Isso, por sua vez, tende a tornar o ambiente de capitais mais atrativo para empresas listadas e potenciais emissores.
A análise ressalta que as etapas de preparação já estão em curso, com 30 empresas prontas para aproveitar a janela de mercado. A liderança das primeiras emissões virá de grandes nomes nacionais.
A expectativa do Bradesco BBI, ainda sem cronograma oficial, é de um retorno gradual do interesse de investidores e de companhias em abrir capital, sinalizando um ciclo sustentável de IPOs no país.
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