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CEO da Fonterra espera impactos do choque de combustível nos custos e na demanda

CEO da Fonterra antecipa impactos do choque de combustível em custos e demanda, enquanto a cooperativa revisa orçamentos diante alta de combustível e frete

A Fonterra Cooperative Group Ltd. milk tanker at a milk processing plant in Takaanini, Auckland, New Zealand.
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  • A Fonterra não sabe ainda quanto o aumento dos preços de combustível impactará custos e demanda nos próximos 12 meses.
  • O assunto tem ganhado peso enquanto a empresa elabora orçamentos e planos de negócios para os anos seguintes.
  • O aumento de custos com combustível e frete é tema central das discussões da gestão.
  • As declarações foram feitas pelo CEO Richard Allen durante entrevista na Fieldays, exibição agrícola nacional da Nova Zelândia.
  • Fieldays ocorreu em conjunto com a apresentação de perspectivas para a cadeia de suprimentos da cooperativa.

Fonterra não sabe ainda quanto a elevação dos preços de combustível vai impactar a empresa e seus fornecedores nos próximos 12 meses. A avaliação foi feita pelo CEO Richard Allen.

Allen afirmou que a alta de custos com combustível e frete é tema central na preparação dos orçamentos e planos de negócios para os próximos anos. A busca por projeções mais claras segue em meio a incertezas de mercado.

A declaração foi feita durante o Fieldays, a Exposição Nacional de Agricultura da Nova Zelândia, realizada nesta semana. A empresa monitora impactos tanto na cadeia de suprimentos quanto na demanda — fatores que podem influenciar decisões estratégicas.

Fonterra destacou que o cenário de custos varia conforme volatilidade de combustíveis, rotas logísticas e disponibilidade de frete, o que pode exigir ajustes operacionais. A direção trabalha para alinhar metas financeiras com esse cenário externo.

Segundo a companhia, a gestão está revisando cenários para manter a competitividade sem comprometer o abastecimento. Não há confirmação de medidas específicas, apenas o aumento da atenção a custos de combustível e logística.

Richard Allen ressaltou que a situação exige monitoramento contínuo e ajustes ágeis. A empresa pretende adaptar estratégias de aquisição, produção e distribuição para mitigar pressões de custo e atender clientes com consistência.

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