- Apenas um terço dos quartos de hotel da região de Nova York estava ocupado nesta semana, afetando as expectativas do setor com a Copa do Mundo.
- A cidade tem evento de watch party da final da Copa, com 50 mil pessoas no Central Park, enquanto se espera a presença de mais de 1 milhão de visitantes.
- A Fifa estimou que a região poderia gerar cerca de US$ 3 bilhões com a Copa, mas as ocupações vêm ficando abaixo do esperado.
- Em 2022, Nova York aprovou lei municipal que reduziu a concorrência do Airbnb, influenciando a oferta de hospedagem.
- Economistas destacam custos de segurança e restrições de visto como fatores que pesam para a hotelaria; hotéis no México e no Canadá apresentam taxas de ocupação mais altas.
O setor hoteleiro da região de Nova York enfrenta ocupação baixa durante a Copa do Mundo. Segundo projeções, apenas cerca de 33% dos quartos estavam reservados para as seis semanas do torneio, em comparação com estimativas anteriores. A situação levanta dúvidas sobre o impacto econômico local.
Durante entrevista coletiva no Central Park, na manhã de segunda-feira, a governadora Kathy Hochul destacou a recepção a visitantes e confirmou que o parque será palco de uma watch party com 50 mil pessoas no dia 19 de julho. O prefeito Zohran Mamdani reforçou a gratuidade de entrada para o evento.
Fatos e contexto: o MetLife Stadium, em Nova Jersey, será palco da abertura do Brasil, em 13 de julho, e as autoridades destacaram esforços para manter a cidade acolhedora para mais de 1 milhão de visitantes previstos. A agenda envolve medidas de segurança e apoio a torcedores de diferentes origens.
Levantamento anterior indicou que o turismo relacionado à Copa não geraria o fluxo econômico esperado. Economistas ouvidos apontam custos com segurança e infraestrutura como fatores que podem comprometer eventuais ganhos. Dados atuais indicam que hotéis mexicanos e canadenses apresentam ocupação mais elevada do que várias cidades norte-americanas.
Panorama regional: a preparação envolve ajustes regulatórios que impactaram o setor de hospedagem. Em 2022, Nova York adotou regras para reduzir a atuação de plataformas de aluguel de curto prazo, o que influenciou a disponibilidade de opções hoteleiras. A comparação entre regiões segue com base em novos anúncios de turismo e segurança pública.
Entre na conversa da comunidade