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Durigan rebate críticas ao controle fiscal, afirma desinformação

Durigan afirma que linhas de crédito retornam ao Tesouro e que a meta fiscal de 2026 será atingida, rebate críticas como desinformação

Segundo o chefe da Fazenda, o governo conseguirá atingir a meta fiscal prevista para 2026, apesar dos efeitos da guerra - (crédito: Washington Costa/MF)
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebate críticas ao controle de gastos e afirma que a meta fiscal para 2026 será atingida, como nos anos anteriores.
  • Ele diz que o arcabouço fiscal vem sendo cumprido com rigor, mesmo diante da guerra no Oriente Médio e impactos na economia global.
  • Durigan classifica as críticas como desinformação, citando que apenas alguns economistas difundem relatórios sobre aumento de despesas.
  • A leitura dele distingue corte de despesas primárias, que soma R$ 23 bilhões neste ano, de linhas de crédito e financiamento oferecidas pelo governo.
  • Segundo o ministro, os recursos das linhas de crédito voltam aos cofres públicos, pois são usados como crédito ou financiamento e retornam ao erário.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebateu as críticas sobre o controle de gastos nos últimos anos e informou que a meta fiscal prevista para 2026 será atingida, assim como ocorreu em anos anteriores, mesmo diante da war no Oriente Médio e dos efeitos na economia global. O discurso dele reforça que o arcabouço fiscal está sendo cumprido com rigor.

Durigan afirmou que as críticas configuram desinformação, contestando estudos que apontam expansão de gastos acima dos limites da regra fiscal. Entre as referência citadas, ele mencionou um estudo de Marcos Mendes, da XP Investimentos, que aponta possível aumento de 215 bilhões de reais em despesas com novos programas em 2026.

Ele explicou a diferença entre o corte de despesas primárias do Orçamento, que somam 23 bilhões neste ano, e as linhas de crédito e financiamento do governo, utilizadas por categorias como motoristas de aplicativo, empresas de caminhões e ônibus e outros setores impactados pela tarifa. Segundo o ministro, esses recursos são devolvidos aos cofres públicos por meio de crédito e financiamento, prática que, para ele, já ocorreu em 2024, 2025 e em governos anteriores.

Linhas de crédito como instrumento de retorno de recursos

Esse mecanismo, conforme Durigan, não representa déficit adicional, mas retorno de recursos ao Tesouro por meio de operações de crédito e financiamento. O ministro ressaltou a necessidade de esclarecer esse ponto para evitar interpretações erradas pela população.

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