- O presidente da Gol, Celso Ferrer, afirma que o mercado brasileiro de aviação está estável em cerca de 90 milhões a 100 milhões de passageiros, patamar alcançado há mais de dez anos.
- Ele diz que, hoje, o setor compete mais com outras formas de consumo, como as bets e compras online, do que com ônibus ou outros modais.
- Ferrer informa que as tarifas ficam entre US$ 40 e US$ 100 para manter o volume atual.
- O executivo destaca que o desafio não é a tarifa, e sim a perda de renda do brasileiro e a concorrência com o consumo substituto.
- Para o crescimento futuro, aponta necessidade de uma política de desoneração em nível nacional e estadual, com potencial de até 50% a mais de passageiros no Brasil.
O presidente da Gol, Celso Ferrer, afirma que o mercado brasileiro de aviação está estagnado, girando entre 90 milhões e 100 milhões de passageiros. O patamar foi atingido há mais de uma década, segundo o executivo.
Ferrer diz que, hoje, as companhias aéreas concorrem menos com outros modais e mais com novas formas de consumo, como apostas (bets) e compras online. A percepção é de que a demanda fica pressionada por esse mix de prioridades.
O dirigente aponta tarifas próximas a US$ 40 a US$ 100 como reflexo da atual conjuntura. Segundo ele, a tarifa não é o principal problema; é a redução de renda do consumidor brasileiro e a competição com outras opções de gasto.
Desempenho e perspectivas
Ferrer afirma que, para crescer, o setor precisa de uma política de desoneração tanto no âmbito federal quanto estadual. Ele acredita que é possível ampliar o fluxo de passageiros no Brasil em até 50% no cenário adequado.
A entrevista não especifica datas de divulgação nem detalhes técnicos de políticas públicas. O posicionamento foi trazido pela Gol como diagnóstico do mercado e das possibilidades de crescimento futuro.
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