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PETR4: especialista vê oportunidade após queda de 15% em maio

Apesar da queda de 15% em maio, o gráfico semanal aponta oportunidade de compra para investidores pacientes, com confirmação no fechamento semanal

Petrobras (PETR3; PETR4) Foto: Tânia Rêgo, Agência Brasil
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  • As ações da Petrobras caíram quase 15% em maio, levando o PETR4 a entrar em tendência de baixa no gráfico diário.
  • No gráfico semanal, o analista Fabrício Lorenz vê oportunidade, com o papel acima da média móvel de 21 períodos em ascensão.
  • O estocástico semanal está sobrevendido, o que indica maior probabilidade de alta do que de queda.
  • A queda de maio é encarada como correção dentro de um ciclo ainda favorável no longo prazo.
  • A entrada depende da confirmação no fechamento semanal; a recomendação é aguardar o candle de compra e possível entrada a partir da próxima semana, caso o fechamento desta sexta-feira seja positivo.

A Petrobras (PETR4) registrou queda de cerca de 15% em maio, levando o papel a uma tendência de baixa no gráfico diário. Mesmo com o recuo mensal, o analista Fabrício Lorenz aponta que o quadro no gráfico semanal revela uma leitura distinta, que pode favorecer investidores com perfil mais paciente.

O desempenho de entrada de 2026 ficou em torno de R$ 30,82, alcançando picos próximos a R$ 40,91. Nos 12 meses anteriores, a ação chegou a R$ 50,69, mas encerrou maio em aproximadamente R$ 42, sinal de volatilidade recente.

Análise técnica da Petrobras

Segundo Lorenz, há uma diferença marcante entre os dois horizontes. Enquanto o diário mostra pressão vendedora, o semanal permanece em zona favorável para compra, com a Petrobras acima da média móvel de 21 períodos ascendente.

Na leitura do analista, esse posicionamento configura um ambiente propício para entrada, já que a média de 21 períodos é associada à tendência de médio prazo positiva. O papel aparece, assim, em ponto adequado para avaliação de compra.

Indicadores indicam potencial de alta

Além da média móvel, o estocástico no gráfico semanal está em zona de sobrevenda, o que, segundo Lorenz, reforça o potencial de alta a partir do nível atual. O indicador mede a relação entre o preço e seu intervalo ao longo do tempo, sinalizando possíveis reversões.

Para o analista, a correção apresentada em maio não indica mudança de tendência no cenário mais amplo. A queda diária seria, na visão dele, uma correção dentro de um ciclo ainda favorável no prazo maior.

Quando considerar a entrada

Lorenz recomenda cautela na hora de agir. A sugestão é aguardar a confirmação por fechamento semanal antes de qualquer decisão de compra. O investidor deve observar o candle de compra semanal como sinal.

Se o fechamento conjunto da semana indicar um bom indicativo, a entrada poderia ocorrer já na semana seguinte, conforme o analista. O veredito final depende do comportamento até o encerramento da semana em curso.

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