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Por que 2026 começa a lembrar a crise de 1929

Sorkin aponta que inteligência artificial, criptomoedas e relaxamento regulatório reeditam ingredientes de 1929, elevando riscos de bolhas

Photographer: Keystone/Hulton Archive
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  • Andrew Ross Sorkin diz que 2026 apresenta ingredientes perigosos parecidos com os de 1929.
  • O jornalista aponta paralelos como tecnologia transformadora, influxo de investidores de varejo e relaxamento regulatório.
  • Ele cita criptomoedas e investimentos no mercado privado sendo reempacotados para investidores comuns.
  • Mesmo sem prever uma nova crise, alerta que a memória é curta e fatores de bolhas passadas, como alavancagem e excesso de confiança, voltam a atuar.
  • A análise faz parte do podcast Trumponomics, conduzido com Stephanie Flanders; Sorkin é autor de 1929: Inside the Greatest Crash in Wall Street History.

Andrew Ross Sorkin, jornalista financeiro, afirma que 2026 começa a lembrar 1929. A observação foi feita no programa Trumponomics, com a apresentadora Stephanie Flanders. O foco é comparar o cenário atual com o turmoil da década de 1920.

Segundo Sorkin, há paralelos inquietantes: uma expansão tecnológica disruptiva, participação massiva de investidores de varejo e uma tendência a afrouxar regras no mercado. Ele cita o papel de criptomoedas e de investimentos privados que chegam ao público comum.

O jornalista não prevê um crash, mas alerta para o risco de memórias curtas. Ele aponta fatores que alimentaram bolhas no passado, como uso excessivo de alavancagem e excesso de confiança, que estariam se repetindo hoje.

Sorkin ressaltou que o debate público atual tende a subestimar os sinais de alerta. Em sua leitura, a combinação de inovação rápida, entrada de novos investidores e relaxamento regulatório aumenta a vulnerabilidade do sistema financeiro.

A discussão ocorre em meio a movimentos de tecnologia, finanças e políticas públicas. A entrevista analisa como choques anteriores moldaram crises e como evitar que novos episódios se repitam.

O apresentador enfatiza que a análise não pretende prever o futuro, mas oferecer uma leitura crítica sobre as dinâmicas de mercado. O programa traz, assim, uma avaliação do cenário atual sob a ótica de‑histórica financeira.

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