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Apenas um banco cortou juros após a última queda da Selic; confira as taxas

Queda da Selic não chegou aos empréstimos pessoais: apenas Bradesco reduziu a taxa; BB elevou juros, e Caixa, Itaú, Safra e Santander mantiveram as condições

— Foto: Getty Images
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  • Em junho, a taxa média cobrada pelos principais bancos caiu de 8,59% para 8,36% ao mês, uma redução de 0,23 ponto percentual.
  • A queda da média foi puxada somente pelo Bradesco, que reduziu a taxa de 9,50% para 8,02% ao mês.
  • Banco do Brasil elevou juros de 7,29% para 7,43% ao mês; Caixa, Itaú, Safra e Santander mantiveram as taxas estáveis.
  • A taxa média anualizada do empréstimo pessoal ficou em 162,17% ao ano, considerado elevado pelo Procon-SP.
  • O órgão ressalta que, apesar da Selic ter caído, as taxas continuam altas e recomenda cautela na contratação de crédito.

Entre os grandes bancos do país, apenas um reduziu a taxa de empréstimo pessoal após a última queda da Selic, informou o Procon-SP. O recorte analisado envolve instituições que atuam para clientes pessoa física não preferenciais.

Segundo a pesquisa, a taxa média cobrada pelos principais bancos caiu de 8,59% para 8,36% ao mês em junho, frente a uma queda de 0,25 ponto percentual da Selic, que está em 14,5% ao ano. A queda ficou aquém da redução da taxa básica.

A retração da média foi puxada pelo Bradesco, com queda de 9,50% para 8,02% ao mês. Já o Banco do Brasil elevou juros de 7,29% para 7,43% ao mês. Caixa, Itaú, Safra e Santander mantiveram as mesmas faixas anteriores.

Ao fim, a taxa média de empréstimo pessoal chegou a 162,17% ao ano, segundo o levantamento. O Procon-SP reforça que, apesar da Selic menor, as taxas continuam elevadas e recomenda cautela na contratação de crédito.

Quem esteve envolvido

  • Bradesco: redução da taxa mensal de 9,50% para 8,02%.
  • Banco do Brasil: aumento de 7,29% para 7,43%.
  • Caixa, Itaú, Safra e Santander: taxas inalteradas.

Quando e onde ocorreu

  • Período: junho, com divulgação do levantamento pelo Procon-SP.
  • Instituições analisadas: BB, Bradesco, Caixa, Itaú, Safra e Santander.

Por quê

  • A redução da Selic não se refletiu de forma uniforme nas condições de crédito ofertadas aos consumidores.
  • O órgão orienta avaliação da real necessidade do empréstimo e equilíbrio da renda com dívidas.

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