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Especialista afirma que plano emergencial do ONS não indica crise

Plano emergencial do ONS busca equilibrar oferta e demanda diante da expansão de energia solar, reduzindo geração excessiva para evitar instabilidades na distribuição

Lâmpada acesa, fixada em um soquete de teto simples, emitindo uma luz branca intensa que cria um halo circular na superfície ao redor.
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  • O ONS acionou pela primeira vez um plano emergencial para prevenir instabilidades na distribuição de energia, buscando reduzir a geração excessiva em razão do baixo consumo atual.
  • A especialista Amanda Durante afirma que o excesso de oferta sem equilíbrio pode provocar problemas técnicos; o crescimento da energia solar contribui para essa situação, impulsionado por subsídios e marcos regulatórios.
  • O desenvolvimento de fontes renováveis é visto como positivo para a sustentabilidade, mas requer que a infraestrutura acompanhe esse crescimento.
  • As tarifas continuam subindo devido à inflação e aos subsídios; quando há menos chuva, hidrelétricas produzem menos e termos elétricos mais caros são ativados.
  • O risco da medida é considerado mínimo, pois a medida é preventiva para evitar apagões, especialmente durante a Copa do Mundo, com expectativa de queda no consumo.

O ONS acionou pela primeira vez um plano emergencial para evitar instabilidades na rede de distribuição de energia. A medida visa reduzir a geração excessiva diante do baixo consumo atual no Brasil.

A especialista Amanda Durante, em entrevista ao Jornal da Record News, explicou que o desequilíbrio entre oferta e demanda pode gerar problemas técnicos no sistema elétrico.

O crescimento da energia solar contribuiu para o cenário. Incentivada por subsídios e marcos regulatórios, a expansão não foi acompanhada pela infraestrutura necessária, mas é vista como avanço para a sustentabilidade.

Impactos práticos e contexto

Ela afirma que a transição energética é real e necessária, e que a infraestrutura precisa acompanhar o ritmo das fontes renováveis, evitando impactos no sistema. A especialista ressalva que a medida tem caráter preventivo.

Outro ponto destacado é o efeito econômico para consumidores. Tarifa e inflação seguem pressionando as famílias, especialmente quando hidrelétricas operam abaixo da média e há maior ativação de termoelétricas.

Segundo Durante, o risco real da medida é mínimo, e o objetivo é evitar apagões durante eventos de baixa demanda, como a Copa do Mundo, que reduz o consumo. A avaliação é de que a ação é necessária para manter a estabilidade.

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