- Ibovespa avançou 0,28%, aos 169.094 pontos, às 11h11; dólar comercial caiu 0,76%, a R$ 5,1458, às 11h13.
- Trump afirmou que pode bombardear o Irã se o país não aceitar um acordo de paz provisório.
- Irã respondeu atacando bases americanas no Kuwait, Bahrein e Jordânia; Kuwait interrompeu o espaço aéreo por algumas horas.
- O petróleo recuou, com o WTI abaixo de US$ 90 por barril, diante de expectativa de solução diplomática para o conflito.
- bolsas globais se recuperaram, com S&P 500 e Nasdaq 100 em alta; ganhos são influenciados pela atuação de empresas de tecnologia e pela perspectiva de maior produtividade.
O Ibovespa abriu em leve alta nesta quinta-feira, 11, acompanhando os desdobramentos da tensão entre EUA e Irã. O movimento ocorreu em meio à sinalização de possíveis avanços diplomáticos e à recuperação de bolsas globais. O dólar caiu diante de sinais de controle da crise.
Investidores observaram o que aconteceu no Oriente Médio, com foco nas decisões de política externa e no impacto sobre o preço do petróleo. A sessão também foi influenciada pela percepção de pressões inflacionárias associadas à energia.
Na parcial da manhã, o Ibovespa operava em alta, próximo aos 169 mil pontos, enquanto o dólar comercial caía para around R$ 5,145,8. A firmeza de ações do setor de tecnologia ajudou a sustentar o tom positivo.
Mercado global e petróleo
O S&P 500 rejeitou a contagem de quedas anteriores, ajudado pela recuperação de empresas de tecnologia, com o Nasdaq 100 avançando cerca de 1,5%. O petróleo WTI recuou para abaixo de US$ 90 por barril, após relatos de reunião entre autoridades dos Emirados Árabes Unidos e Irã para reduzir tensões.
No front doméstico, o quadro de preços ao produtor dos EUA elevou-se em maio, refletindo custos de energia pressionados pelo fechamento do Estreito de Ormuz. Analistas ressaltam que ganhos de produtividade e lucros das empresas ajudam as bolsas a resistir a novas notícias.
A Reuters e a Bloomberg News destacaram que o mercado ainda considera a possibilidade de uma saída diplomática para a crise, o que alimenta o ajuste de ativos por aqui. As atenções seguem voltadas aos próximos comunicados de autoridades americanas e iranianas.
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