- No estado de São Paulo, a gratuidade do curso teórico para obter a Carteira Nacional de Habilitação gerou economia de 259,8 milhões de reais desde dezembro de 2025, segundo balanço do Ministério dos Transportes.
- SP realizou 768.487 formações teóricas gratuitas; o custo anterior dessa etapa era de, em média, 338,14 reais. O estado emplacou 336.648 CNHs emitidas desde o lançamento do programa, com 1.335.067 requerimentos para a primeira habilitação.
- Em nível nacional, a gratuidade já soma 2,12 bilhões de reais de economia; foram emitidas 1,33 milhão de habilitações nos primeiros seis meses, o maior volume para esse período desde 2014.
- As mudanças também reduziram o custo total para obter a primeira CNH nas categorias A e B, variando de até 4,9 mil reais para entre 810 e 1,6 mil reais, além de menos aulas práticas e teto de 180 reais para exames médico e psicológico, com instrutores autônomos credenciados.
- A região Sudeste teve o maior número de habilitações desde a criação do programa, com 535.636; a Lei nº 15.428 também autorizou a renovação automática da CNH para motoristas no RNPC sem infrações nos últimos 12 meses, beneficiando cerca de 2 milhões de pessoas e gerando economia estimada de 854,8 milhões de reais.
A gratuidade do curso teórico para obtenção da CNH gerou economia expressiva em São Paulo desde dezembro de 2025. O balanço do Ministério dos Transportes aponta redução de despesas, com impacto direto no acesso à primeira habilitação. O estado lidera o número de CNHs emitidas no país no período.
No total, 768.487 formações teóricas gratuitas foram realizadas em São Paulo, substituindo o custo médio de 338,14 reais por candidato. Com a mudança, o estado registrou 336.648 CNHs concedidas desde o lançamento do programa.
Ao todo, 1.335.067 requerimentos para a primeira habilitação foram feitos em São Paulo, reforçando o alcance da iniciativa. No Brasil, a economia com a gratuidade já soma 2,12 bilhões de reais.
Panorama nacional e impactos
O país contabiliza 1,33 milhão de habilitações abertas nos primeiros seis meses, o maior volume desde 2014. A soma de 6,49 milhões de requerimentos até o momento sustenta o protagonismo do programa.
As mudanças incluem redução do custo total para categorias A e B, que antes podia chegar a 4,9 mil reais, com valores atuais entre 810 e 1,6 mil reais. Também houve queda na carga de aulas práticas.
A reforma manteve exames médicos e psicológicos, mas ampliou a possibilidade de formação com instrutores autônomos credenciados. O teto para esses componentes ficou em 180 reais.
Regiões brasileiras registraram maiores emissões neste período: Sudeste com 535.636 CNHs, seguida de Nordeste com 321.114 e Sul com 239.999. Norte e Centro-Oeste aparecem com 122.152 e 117.222, respectivamente.
Dados nacionais adicionais
Desde dezembro, o Brasil soma 3,25 milhões de cursos teóricos gratuitos e 2,84 milhões de cursos práticos. Desses, mais de 282,9 mil foram ministrados por instrutores autônomos credenciados até agora.
Quanto aos exames, o país registrou 1,63 milhão de teóricos e 2,67 milhões de práticos no período. A implementação completa visa ampliar acesso e reduzir custos para motoristas em todo o território.
Renovação automática e economia adicional
A Lei nº 15.428 permite renovação automática da CNH para motoristas inscritos no RNPC sem infrações de pontuação nos 12 meses anteriores. Exames de aptidão física permanecem obrigatórios, mas o processo fica mais ágil.
Segundo a Senatran, cerca de 2 milhões de motoristas já foram beneficiados, com economia estimada em 854,8 milhões de reais. A medida busca simplificar a renovação sem comprometer a segurança.
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