- A Revolut nomeou Paulo Guedes, ex‑ministro da Economia, como membro do novo conselho consultivo independente no Brasil, ao lado de Luiz Lobo e Ana Novaes.
- Guedes atuará apenas no conselho; é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e atuou como ministro entre 2019 e 2022.
- O grupo inclui ainda Luiz Lobo, com experiência em governança, compliance e gestão de riscos no sistema financeiro, e Ana Novaes, com atuação em mercados de capitais e órgãos regulatórios.
- Guedes cofundou a YVY Capital em 2023, com Gustavo Montezano, gestora de infraestrutura que recebeu investimento minoritário do UBS em fevereiro de 2025.
- A Revolut opera no Brasil desde 2023, buscando padrão global de governança; a fintech tem mais de 75 milhões de clientes e processa mais de um bilhão de transações por mês.
A fintech britânica Revolut nomeou Paulo Guedes, ex-ministro da Economia do governo federal, para compor um novo conselho consultivo independente no Brasil. O grupo também inclui Luiz Lobo e Ana Novaes, segundo comunicado divulgado pela empresa nesta quinta-feira (11). Guedes atuará apenas como membro do conselho.
Guedes, doutor em Economia pela Universidade de Chicago, ocupou o Ministério da Economia entre 2019 e 2022. Após deixar o governo, em 2023 ele fundou a YVY Capital ao lado de Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES. A gestora atua com foco em infraestrutura no Brasil e na América do Sul, tendo recebido investimento minoritário do UBS em fevereiro de 2025.
Composição e experiências
Luiz Lobo tem atuação em governança, compliance e gestão de riscos no sistema financeiro, com passagens como Chief Risk Officer e conselheiro em instituições, incluindo o BTG Pactual. Ana Novaes conta com trajetória no mercado de capitais, integrando conselhos de empresas abertas como B3, CCR e CPFL, além de atuar em organizações ligadas à supervisão, como o FGC.
A Revolut informou que o novo conselho reflete a estratégia de longo prazo no Brasil, buscando alinhar governança e supervisão aos padrões globais da empresa. No Brasil desde 2023, a fintech disputa espaço no setor de serviços bancários, pagamentos, câmbio multiMoeda e investimentos, com mais de 75 milhões de clientes no mundo e processamento superior a 1 bilhão de transações por mês.
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