- Câmara aprovou PEC que reduz a carga máxima de trabalho para 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias, com dois folgas.
- A mudança substitui a escala 6×1, que prevê até 44 horas semanais e um dia de descanso, e prevê período de adaptação e leis específicas para categorias.
- Principal desafio, segundo a SISQUAL® WFM, é manter eficiência ao reorganizar turnos, evitar lacunas na operação e sustentar o nível de serviço.
- Risco legal envolve descumprimento de jornadas, horas extras indevidas, controle de descansos e acordos coletivos, além de possíveis passivos e multas.
- Ferramentas de Gestão da Força de Trabalho ajudam a planejar, simular cenários, manter conformidade e gerar registros auditáveis para apoiar a transição.
A Câmara dos Deputados aprovou a PEC que estabelece jornada de 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias, com dois de folga. A mudança substitui a escala 6×1, que prevê até 44 horas por semana. O texto prevê um período de adaptação e legislações específicas para categorias. A informação é da Agência Câmara de Notícias.
A proposta ainda depende de tramitação no Senado e pode depender de regulamentação posterior para detalhes operacionais. O objetivo é atender a diferentes categorias profissionais sem comprometer a produtividade. A depender de aprovação, a transição pode ocorrer gradualmente.
Especialista da SISQUAL® WFM aponta que o principal desafio é adaptar a operação ao novo modelo sem perder eficiência. A transição exige equilíbrio entre cobertura de turnos, evitar lacunas e manter serviços consistentes.
Essa reorganização de jornadas envolve revisar dimensionamento de equipes, redistribuição de carga de trabalho e gestão de folgas e horas extras. Também impõe previsibilidade quando a demanda não cai com menos dias trabalhados.
Não se trata apenas de conformidade legal, segundo o executivo, mas de como a empresa estrutura a capacidade operacional. Mudanças na escala influenciam contratação, satisfação dos funcionários e retenção de talentos.
Mudança exige planejamento estratégico
Entre os riscos legais, destacam-se o descumprimento de limites de jornada, geração indevida de horas extras e falhas no descanso. Falta de rastreabilidade pode gerar passivos trabalhistas, multas e disputas judiciais.
A gestão inadequada pode ampliar riscos jurídicos em ambientes regulatórios como o brasileiro. O planejamento adequado é essencial para evitar impactos negativos no negócio.
Como o WFM apoia a transição de jornadas
As ferramentas de Gestão da Força de Trabalho ajudam a planejar, simular e validar cenários antes da implementação. Assim, é possível prever custos, ajustar dimensionamento e respeitar regras legais automaticamente.
O WFM amplia a visibilidade operacional em tempo real, facilitando decisões rápidas baseadas em dados. Isso reduz riscos e aumenta a eficiência, além de registrar dados para auditorias.
Segundo a SISQUAL, a solução permite cumprir limites de jornada, períodos de descanso, folgas e, quando aplicável, gerenciar o banco de horas. Esses recursos funcionam como mitigadores de riscos.
A empresa traz 20 anos de atuação no modelo 5×2 na Europa e 15 anos de adaptação ao Brasil, oferecendo soluções customizadas para cada demanda de escala. A visão é testar impactos com dados antes de mudanças definitivas.
Setores com operação contínua, como varejo, saúde e indústria, requerem atenção para manter a cobertura de turnos, especialmente em horários de pico. A transição precisa ser gradual e baseada em evidências.
Flexibilidade, automação e uso de dados moldam o futuro das jornadas. A empresa destaca o foco no bem-estar e no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, como parte da estratégia de retenção de talentos.
Para mais informações, acesse o site da SISQUAL WFM.
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