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GCB leva dívida do Grupo Rizzi ao mercado via CRA de R$ 30,5 milhões

GCB emite CRA de 30,5 milhões para o Grupo Rizzi, substituindo passivos bancários por financiamento de 48 meses alinhado ao ciclo da safra

Vasto campo de plantas de algodão jovens, com folhas verdes e largas, dispostas em fileiras que se estendem até o horizonte sob um céu azul com nuvens esparsas
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  • A GCB estruturou uma operação de R$ 30,5 milhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) para o Grupo Rizzi, produtor rural da Bahia e Maranhão.
  • O dinheiro será usado para quitar dívidas bancárias e substituí-las por uma estrutura de 48 meses alinhada ao calendário da safra.
  • O CRA prevê remuneração de CDI mais 4,5% ao ano, com pagamento mensal de juros, aplicação mínima de R$ 1 mil e distribuição pela plataforma da GCB.
  • O objetivo é transformar passivos bancários em financiamento que acompanhe o fluxo de caixa do plantio, colheita e venda da safra.
  • A operação ocorre num contexto de expansão do mercado de capitais como alternativa de financiamento ao agronegócio, com instrumentos privados do setor acima de R$ 1,4 trilhão em fevereiro de 2026.

A GCB estruturou uma operação de 30,5 milhões de reais em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) para o Grupo Rizzi, produtor rural com atuação na Bahia e no Maranhão. O dinheiro será usado para quitar dívidas bancárias, substituindo-passivos por uma estrutura financeira alinhada ao ciclo da safra.

O CRA tem prazo de 48 meses, aplicação mínima de 1 mil reais e remuneração prevista como CDI mais 4,5% ao ano, com pagamento mensal de juros. A distribuição do título ocorrerá exclusivamente pela plataforma da GCB.

A operação evidencia a ampliação do financiamento privado ao agronegócio, com foco na reorganização de passivos. Em fevereiro de 2026, o estoque de instrumentos privados de crédito no setor superou 1,4 trilhão de reais, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Segundo Victor Moura, diretor de DCM da GCB Investimentos, a transação atende à necessidade de o produtor manter uma estrutura de financiamento compatível com o calendário da safra, enquanto investidores buscam crédito privado ligado ao setor.

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