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Inflação da baixa renda sobe 0,65% em maio e acumula 4,42%

INPC da baixa renda sobe 0,65% em maio; acumula 4,42% em doze meses, com alimentação pressionando e energia elétrica elevando o índice

Os alimentos continuaram pressionando o índice. A alta do grupo ficou em 1,33% em maio
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  • O INPC subiu 0,65% em maio, ficando acima do IPCA, que avançou 0,58%; dados foram divulgados pelo IBGE.
  • No acumulado de 2026, o INPC avança 3,36%, e em 12 meses atingiu 4,42%.
  • Alimentos tiveram alta de 1,33% em maio; itens não alimentícios subiram 0,43%.
  • Campo Grande registrou a maior variação mensal, 1,49%, puxada pela energia elétrica (+13,30%) e pelas carnes (+2,61%).
  • Vitória teve a menor inflação entre as capitais pesquisadas (0,34%), enquanto Aracaju (1,38%) e Recife (1,10%) ficaram acima da média; o levantamento considerou 16 áreas entre 1º e 29 de maio.

O INPC, indicador que mede a inflação para famílias de baixa renda, subiu 0,65% em maio, ante 0,58% do IPCA oficial. O dado foi divulgado pelo IBGE na sexta-feira (12.jun.2026). O índice acumula 3,36% no ano e 4,42% em 12 meses.

O INPC atende famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos e é utilizado em reajustes salariais e de benefícios, como aposentadorias. Em maio de 2025, o índice havia aumentado 0,35%.

Alimentos mantiveram a pressão, subindo 1,33% em maio. Não alimentícios desaceleraram, de 0,63% para 0,43%. A maior alta mensal ocorreu em Campo Grande (1,49%).

Variação regional

Energia elétrica residencial subiu 13,30% em Campo Grande, influenciando o resultado local. Carnes também contribuíram com alta de 2,61%. Aracaju (1,38%) e Recife (1,10%) ficaram acima da média nacional.

Vitória marcou a menor inflação de maio, 0,34%, puxada por quedas em itens como camisas e camisetas masculinas (-3,28%) e automóveis usados (-2,04%). Curitiba teve alta de 0,35% e Belo Horizonte, 0,52%.

A pesquisa do IBGE abrange 16 áreas do país, incluindo 10 regiões metropolitanas e cidades como Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília. Dados consideraram preços de 1º a 29 de maio, contra abril.

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