- INPC desacelerou para 0,65% em maio, após 0,81% em abril, com leitura acumulada de 4,42% nos últimos 12 meses até maio.
- Preços dos alimentos avançaram 1,33% em maio; produtos não alimentícios subiram 0,43% no mês.
- Em maio de 2025, o INPC ficou em 0,35%; até maio de 2026, o índice acumula 3,36%.
- Variação regional: Campo Grande teve a maior alta, 1,49%, puxada pela energia elétrica residencial (13,30%) e carnes (2,61%).
- Vitória teve a menor variação, 0,34%, influenciada pela queda de camisas masculinas (-3,28%) e de automóveis usados (-2,04%).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) desacelerou para 0,65% em maio, ante 0,81% em abril, conforme dados do IBGE. O indicador mede a inflação percebida por famílias com renda entre um e cinco salários mínimos.
Com o desempenho de maio, o INPC acumulou 4,42% em 12 meses até o mês, acima dos 4,11% registrados até abril. Em 2026, até maio, o índice avançou 3,36%.
Desempenho por grupo: preços de alimentos subiram 1,33% em maio, após 1,37% em abril. Produtos não alimentícios aumentaram 0,43% no mês, contra 0,63% em abril.
Nos índices regionais, Campo Grande registrou a maior variação, 1,49%, puxada pela energia elétrica residencial (13,30%) e por carnes (2,61%). Em Vitória, houve variação menor, 0,34%, beneficiada pela queda de camisas masculinas (-3,28%) e de automóveis usados (-2,04%).
Variações regionais
- Campo Grande: alta de energia elétrica e carnes contribuindo para o índice local.
- Vitória: recuo de itens de vestuário e de automóveis usados ajudou a reduzir a inflação regional.
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