- Javier Monzón foi nomeado presidente da Open Digital Services (ODS), empresa de serviços tecnológicos ligada ao Banco Santander, substituindo Ana Botín.
- O anúncio, divulgado no Boletim Oficial do Registro Mercantil (Borme), também confirmou a saída de sete conselheiros: Michael Rodin, José Manuel Robles, Emma Fernández, Antonio Escámez, Daniel Barriuso, Petri Nikkila e Luis Guilherem Mattoso.
- A Santander informou que houve fusão entre Santander Consumer e Openbank, formalizada no fim de maio; Monzón já era vice-presidente da Openbank, cargo que também ocupava no Santander Consumer.
- Javier Monzón é economista com atuação nos setores financeiro, empresarial e tecnológico; já ocupou cargos de alto nível em Cajamadrid, Arthur Andersen, Telefónica, Grupo Prisa, Indra, Lagardère e ACS.
- O texto destaca ainda que Monzón tem experiência como investidor e assessor de startups e fundos de capital de base tecnológica.
Javier Monzón foi nomeado presidente da Open Digital Services (ODS), empresa de serviços tecnológicos vinculada ao Banco Santander, substituindo Ana Botín no cargo. A informação foi publicada no Boletín Oficial del Registro Mercantil (Borme).
Além da nomeação, houve a saída de conselheiros: Michael Rodin, José Manuel Robles, Emma Fernández, Antonio Escámez, Daniel Barriuso, Petri Nikkila e Luis Guilherme Mattoso. A mudança acompanha a reestruturação societária anunciada pelo grupo.
O Santander decidiu consolidar Santander Consumer com Openbank, encerrando a operação formalmente no fim de maio. Na Openbank, Monzón já ocupava o cargo de vicepresidente, função que também exerceu na Santander Consumer.
Monzón é economista com atuação nos setores financeiro, empresarial e tecnológico. Foi diretor de Banca Corporativa na Cajamadrid, sócio diretor de Corporate Finance na Arthur Andersen e ocupou cargos de gestão na Telefónica, incluindo diretor financeiro e presidente de Telefónica Internacional.
Ao longo da carreira, Monzón atuou como presidente não executivo do Grupo Prisa, detentor de ações de Cinco Días e El País. Também presidiu a Indra entre 1993 e 2015, e integrou conselhos de Lagardère e ACS. Ele atua ainda como investidor e asesor de startups e fundos de capital de risco.
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