- SpaceX estreará na bolsa de Nova York, avaliada em cerca de US$ 1,75 trilhão, posição estimada como oitava entre as empresas mais valiosas do mundo.
- O IPO deve levantar US$ 75 bilhões, o maior da história, ainda que a empresa opere no vermelho.
- Em 2025, a receita foi de US$ 18,7 bilhões, mas houve prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões.
- A divisão de inteligência artificial xAI teve receita de US$ 3,2 bilhões em 2025, porém prejuízo operacional de US$ 6,3 bilhões, com gastos de infraestrutura acima de US$ 12,7 bilhões.
- O otimismo está ligado à possibilidade de monetizar Starlink, Starship e IA integrada, com planos de conectividade direta a celulares, centros de processamento em órbita e visão de bases no espaço e, no longo prazo, colonização em Mars.
SpaceX fará sua estreia na bolsa de Nova York nesta sexta-feira, avaliada em cerca de US$ 1,75 trilhão. O IPO pode levantar US$ 75 bilhões, colocando a empresa na oitava posição entre as maiores do mundo por valor de mercado.
Mesmo com a operação ainda no vermelho, investidores apostam no potencial de integração entre Starlink, Starship e xAI. A meta é ampliar serviços de conectividade e inteligência artificial, além de explorar aplicações em dados e manufatura no espaço.
A SpaceX é liderada por Elon Musk e planeja combinar foguetes avançados com redes de satélites e IA para um ecossistema espacial. A operação busca transformar a percepção da empresa, de fabricante de foguetes a plataforma de tecnologia integrada.
O que está por trás do valuation
A divisão xAI registrou receita de US$ 3,2 bilhões em 2025, porém teve prejuízo operacional de US$ 6,3 bilhões. Gasto com infraestrutura e processamento somou mais de US$ 12,7 bilhões no período.
Analistas destacam que o foco está no que será entregue nos próximos anos. Entre apostas estão conectividade diretos para celulares via satélite e reutilização total do Starship para reduzir custos de lançamento.
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