- SpaceX estreou na bolsa de Nova York com um IPO histórico, levantando US$ 75 bilhões.
- A empresa passou a valer quase R$ 2 trilhões, mesmo com prejuízos nos últimos anos.
- A SpaceX se fundiu com Starlink e, posteriormente, com a startup de IA xAI, avaliando a empresa em US$ 1 trilhão após a fusão com a xAI.
- No último ano, a empresa registrou prejuízo próximo de US$ 5 bilhões e receita de US$ 18,7 bilhões; as perdas também avançaram no primeiro trimestre deste ano.
- O IPO envolveu 556 milhões de ações a US$ 135, com demanda de varejo de US$ 70 bilhões; 23 instituições participaram, sendo o BTG Pactual o único banco brasileiro listado.
A SpaceX abriu seu capital na bolsa de Nova York nesta sexta-feira, 12, após um IPO que levantou US$ 75 bilhões. A empresa ficou avaliada em quase US$ 2 trilhões com a venda de ações a grandes investidores. O movimento marca um momento histórico para Elon Musk.
Apesar do grande interesse, a empresa acumula prejuízos relevantes. No último ano, registrou prejuízo próximo a US$ 5 bilhões, somado a receitas de US$ 18,7 bilhões. As perdas continuam em ascensão nos primeiros três meses deste ano, segundo balanços divulgados.
Fundada em 2002 para desenvolver foguetes, a SpaceX expandiu para serviços de internet via satélite após fusões com a Starlink. Em ritmo acelerado, a empresa integrou a xAI, startup de IA de Musk, avaliando o grupo como US$ 1 trilhão.
Mercado e resultados financeiros
O IPO envolveu cerca de 556 milhões de ações vendidas a US$ 135, equivalente a quase R$ 700 por papel. Instituições como Goldman Sachs e Morgan Stanley participaram, com BTG Pactual sendo o único banco brasileiro listado na operação.
Pessoas físicas também entraram na demanda, com pedidos estimados em US$ 70 bilhões. A expectativa é de que apenas 20% desses pedidos recebam atendimento, o que pode influenciar o preço das ações ao longo das primeiras semanas.
O anúncio formal da listagem ocorreu com Musk e executivos batendo o sino de abertura, consolidando a SpaceX como uma das maiores empresas listadas na NYSE e reforçando o ritmo de expansão para viagens espaciais comerciais.
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