- Kingston Standard foi criada em 2019, em uma antiga oficina mecânica em Kingston, Nova Iorque, pelos empreendedores Tait Simpson e Matt Owens.
- A empresa fatura mais de US$ 500 mil por ano, com investimento inicial de US$ 150 mil.
- Adotaram o modelo de nanocervejaria, com lotes pequenos e alta rotatividade de receitas, mantendo um cardápio enxuto e foco em um bar de bairro.
- Em 2024, a marca venceu o prêmio de melhor cervejaria artesanal na Copa do Governador do Estado de Nova Iorque.
- Planos de expansão incluem uma nova unidade de produção 100% livre de combustíveis fósseis, com energia solar e captura de CO₂, apoiada por um subsídio recebido em agosto de 2024; a projeção é de receitas entre US$ 1 milhão e US$ 3 milhões nos próximos anos.
A dupla Tait Simpson e Matt Owens transformou uma oficina mecânica em Kingston, Nova York, na cervejaria Kingston Standard. A ideia nasceu em 2019, quando Simpson pesquisava fermentação natural para pão e decidiu explorar leveduras na produção de cerveja. O negócio começou na garagem de um antigo espaço.
Fundada com US$ 150 mil de investimento inicial, oriundos de recursos dos sócios e de investidores locais, a empresa hoje fatura mais de US$ 500 mil por ano. O objetivo era criar um bar de bairro com bebidas leves, pensadas para quem acaba de sair do expediente.
O modelo nanocervejaria
A estratégia envolve lotes pequenos e alta rotatividade de receitas, o que gerou certa resistência no início. Mesmo assim, formou uma base de clientes fiéis que aprecia um cardápio enxuto, com opções simples como pretzels de fermentação natural e ostras frescas.
O segredo do negócio, segundo os sócios, foi manter custos fixos baixos e apostar no comércio local. Em 2024, Kingston Standard ganhou o prêmio de melhor cervejaria artesanal na Copa do Governador do Estado de Nova York, entre concorrentes maiores.
Expansão sustentável em andamento
Hoje, a empresa trabalha com sazonalidade forte na primavera e no outono, buscando ampliar a receita para entre US$ 1 milhão e US$ 3 milhões nos próximos anos. Um subsídio recebido em agosto de 2024 viabiliza a construção de uma nova unidade de produção, com energia solar, vapor elétrico e captura de CO₂.
A direção aponta disciplina financeira como elemento central do crescimento, enfatizando planejamento e orçamento como pilares do sucesso operacional.
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