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Bolsas de NY sobem após acordo EUA-Irã e queda do petróleo

Bolsas de Nova York sobem após acordo EUA-Irã e queda do petróleo impulsiona ações de companhias aéreas; SpaceX continua valorizando após estreia na Nasdaq

Bolsas de NY avançam após acordo entre EUA e Irã e tombo do petróleo — Foto: sergeitokmakov/Pixabay
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  • As bolsas de Nova York abriram em alta após o acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, com a queda nos preços do petróleo beneficiando companhias aéreas.
  • Por volta de 10h40 (horário de Brasília), Dow Jones subia 1,22%, a 51.816,91 pontos; S&P 500 avançava 1,53%, a 7.545,59 pontos; Nasdaq Composto ganhava 2,35%, a 26.495,96 pontos.
  • Ações da United Airlines subiam 7,10%, da Delta Air Lines tinham alta de 4,3% e da American Airlines subiam 5,2%.
  • Papéis da SpaceX avançavam 6%, após alta de 19% na estreia na Nasdaq na sexta-feira.
  • Investidores permaneciam cautelosos, aguardando mais detalhes do acordo e a decisão de política monetária do Federal Reserve.

As bolsas de Nova York abriram em alta nesta manhã, impulsionadas por um acordo entre os EUA e o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz. O movimento também mira a melhora do apetite por risco.

Às 10h40 (horário de Brasília), o Dow Jones ganhava 1,22%, a 51.816,91 pontos; o S&P 500 subia 1,53%, a 7.545,59 pontos; e o Nasdaq Composto subia 2,35%, a 26.495,96 pontos. Quase todos os setores mostravam avanço.

Entre os destaques, as ações da United Airlines subiam 7,10%, a Delta Air Lines ganhava 4,3% e a American Airlines apreciava 5,2%. A SpaceX, de Elon Musk, avançava 6% após a estreia anterior na Nasdaq, com alta de 19%.

O petróleo registrava queda de mais de 5%, o que favoreceu papéis de companhias aéreas, segundo analistas. No cenário macro, investidores permaneciam atentos a detalhes do acordo e aos próximos passos da política monetária nos Estados Unidos.

Contexto do acordo e próximos passos

O acordo preliminar entre EUA e Irã visa encerrar o conflito regional e permitir a reabertura de vias marítimas estratégicas. A evolução depende de formalizações e de confirmações que garantam a estabilidade regional.

Nesta semana, analistas aguardam a decisão do Federal Reserve sobre juros, que pode influenciar o tom dos mercados. Decisões de política monetária costumam impactar o fluxo de capitais e o preço de ativos de risco.

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