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Consumidores duvidam de imagens geradas por IA

Consumidores mantêm ceticismo: 43% duvidam de conteúdo com imagens geradas por IA, enquanto 84% valorizam conteúdos humanos, influenciando credibilidade de marcas

Foto: (Foto: @drazenzigic / Freepik) / DINO
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  • 84% valorizam conteúdos produzidos por pessoas; 43% duvidam de conteúdos com IA e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente, embora 40% considerem a IA útil.
  • Credibilidade vem da autenticidade: 68% valorizam conhecimento do criador, 64% apontam pontos negativos e 57% respondem dúvidas técnicas; conteúdos com edição leve ou sem edição são bem avaliados.
  • Consumidores querem ver o produto na vida real: 70% preferem fotos do dia a dia, 52% gostam de vídeos mostrando a rotina e 46% valorizam demonstrações reais de resultado.
  • A influência depende do interesse: 50% clicam em links de indicação apenas quando o produto é relevante, 25% raramente ou nunca interagem; 69% já compraram a partir de recomendações, mas ainda buscam validações.
  • Valores influenciam escolhas: 63% consideram fatores políticos e sociais na hora de seguir criadores; há consumo menor de produtos de quem tem posicionamento divergente, com equilíbrio entre conteúdos técnicos e de entretenimento.

O estudo conjunto da Influency.me e Opinion Box, com 1.201 usuários de redes sociais no Brasil, aponta que 84% valorizam conteúdos feitos por pessoas. A pesquisa integra o relatório Consumo e Influência Digital 2026, divulgado pelos parceiros.

A pesquisa analisa como influenciadores afetam decisões de compra, formatos que despertam interesse e os fatores que influenciam percepção e conversão ao longo da jornada de consumo.

A inteligência artificial aparece como recurso reconhecido por 40% dos entrevistados como útil, mas 43% duvidam do uso em conteúdos de produto e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente. A preferência, porém, ainda é por conteúdo humano.

Credibilidade dos conteúdos publicitários está vinculada à apresentação da informação: 68% valorizam conhecimento do criador, 64% apontam pontos negativos e 57% respondem dúvidas técnicas. Edições mais simples ou nulas costumam agradar 43% e 32%, respectivamente.

O consumo real também demonstra inclinações: 70% preferem fotos do dia a dia com o produto; 52% desejam ver o produto em rotina e 46% buscam demonstrações de resultado. Vídeos são o formato mais utilizado, com 77% da preferência, e 65% gostam de conteúdos curtos.

A influência nas redes depende do interesse gerado: 50% clicam em links apenas quando o produto é relevante, 25% raramente ou nunca interagem. Ainda assim, 31% comparam preços, 26% leem avaliações e 19% verificam a reputação da marca antes da decisão de compra; 69% já compraram por recomendações.

Os valores dos influenciadores também impactam o consumo. Para 63%, aspectos políticos e sociais influenciam a escolha de quem seguir, o que pode levar parte dos consumidores a abandonar produtos de criadores com posicionamentos divergentes.

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