- Haddad defende a política tributária do governo Lula, dizendo que críticas vêm de governadores que defendiam o aumento de impostos; Congresso aprovou a medida por unanimidade.
- O ex-ministro afirmou que o apelido “Taxadd” não foi partidário e que houve uma decisão coletiva para corrigir uma distorção fiscal, chamando as críticas de cortina de fumaça.
- Disse que há dificuldade de diálogo com setores conservadores do interior de São Paulo, mas que a campanha será de alto nível com foco em números e resultados.
- Rebateu Tarcísio de Freitas ao dizer que o Brasil não está perdendo oportunidades, apontando liderança em energia limpa (hidrelétrica, eólica e solar) e biocombustíveis.
- Afirmou avanços econômicos do Brasil, com inflação acumulada nos quatro anos mais baixa da história, menor desemprego da série histórica e melhor crescimento do PIB em quatro anos desde 2010.
O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, defendeu a política tributária do governo Lula durante o VEJA Fórum Rumos do Brasil, realizado nesta segunda-feira, 15. Ele afirmou que parte das críticas ao aumento de impostos partiu de governadores que, originalmente, eram favoráveis à medida.
Haddad disse que o desenho fiscal foi decidido em conjunto por diferentes correntes e que o Congresso aprovou a medida de forma unânime. O objetivo, segundo ele, foi corrigir distorções históricas sem relação com qualquer matiz partidário, e sinalizou que o tema merece tratamento técnico.
Reação a críticas de Tarcísio de Freitas
Ainda no fórum, Haddad rebateu críticas do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sobre oportunidades perdidas no Brasil. O ex-ministro afirmou que o país se destaca em energia renovável, com robustos programas de transição ecológica reconhecidos internacionalmente.
Sobre a economia, Haddad ressaltou avanços em meio a guerras e tensões internacionais. Segundo ele, a inflação acumulada nos últimos quatro anos é a menor da história, o desemprego caiu e o PIB teve o melhor ritmo de crescimento em quatro anos desde 2010.
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