- Ibovespa caiu 0,42%, fechando aos 170.415,13 pontos, com máxima de 174.224,27 e mínima de 170.351,05, e volume financeiro de R$ 29,80 bilhões.
- O recuo foi puxado pela forte desvalorização das ações ligadas ao petróleo, afetando Petrobras e o setor de energia.
- O dólar terminou em leve alta de 0,09%, a R$ 5,067 na venda, enquanto o câmbio no exterior mostrou fraqueza do dólar, com o índice Dólar (DXY) caindo 0,07%.
- A curva de juros futuros passou a precificar maior chance de corte de 0,25 ponto percentual na Selic, em meio a leitura mais benigna da inflação e melhoria parcial das perspectivas globais.
- Entre as maiores altas, EMBJ3 +7,11%; entre as maiores quedas, PRIO3 −7,25% e PETR3/ PETR4 entre as principais pressões do pregão.
O Ibovespa fechou em queda de 0,42%, aos 170.415,13 pontos, em um dia de forte volatilidade nos mercados globais. Ajustes no setor de energia e notícias geopolíticas ajudaram a moldar o humor dos investidores.
A sessão oscilou entre 174.224,27 pontos e 170.351,05 pontos, com volume financeiro de 29,80 bilhões de reais. A pressão veio principalmente das ações de petróleo, refletindo a queda da commodity no mercado internacional.
O dólar comercial subiu 0,09%, para 5,067 reais na venda. No exterior, o dólar spot caiu 0,07%, a 99,68 pontos, sinalizando embalo relativo para moedas globais diante de uma leitura inflacionária mais benigno.
Juros futuros passaram a precificar maior probabilidade de corte de 0,25 ponto percentual na Selic, diante de melhoria das expectativas globais e de dados de inflação mais brandos. Autoridades econômicas também contribuíram para o movimento.
Entre as maiores pressões, Petrobras ficou entre as ações mais negociadas e ampliou o peso do setor de energia no índice. Em contrapartida, empresas do varejo registraram altas moderadas, com ganhos pontuais.
Entre os destaques do pregão, EMBJ3 e SUZB3 lideraram altas, enquanto PRIO3, RECV3, PETR3, PETR4 e BRAV3 puxaram quedas, refletindo movimentos setoriais variados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com Emmanuel Macron em Évian, à margem da cúpula do G7. O encontro, de cerca de 40 minutos, enfatizou cooperação bilateral, defesa e tecnologia.
No âmbito internacional, o ambiente foi de melhora do apetite ao risco e redução de tensões, mas a depreciação recente do petróleo limitou ganhos locais. Os mercados monitoram sinais de distensão geopolítica.
Na Bolsa de Nova York, Wall Street fechou em alta expressiva, com o Dow Jones subindo 0,92%, o S&P 500 ganhando 1,66% e o Nasdaq avançando 3,07%, sustentados por alívio geopolítico e recuo do petróleo.
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