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Vendas de livros, jornais e revistas sobem 15% e lideram varejo em maio, aponta Stone

Vendas de livros, jornais e revistas sobem 13,4% em maio, impulsionadas pelo álbum da Copa; indica resiliência do consumo e apelo do colecionismo

Com o início das partidas neste mês de junho, a expectativa do comitê econômico da StoneCo é que o impacto do torneio de futebol agora se espalhe e se consolide em outras cadeias varejistas — Foto: Erica Denhoff/Icon Sportswire via Getty Images
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  • O setor de livros, jornais, revistas e papelaria registrou alta de 13,4% em maio ante abril de 2026, e 15% na comparação com maio do ano anterior, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS).
  • O desempenho foi impulsionado pela abertura das vendas do álbum de figurinhas do torneio, que elevou o movimento nesses itens.
  • O economista Guilherme Freitas, da StoneCo, ressaltou que colecionáveis ajudam a manter o consumo mesmo com inflação e juros altos.
  • O comércio como um todo teve recuo mensal, com o Índice Ampliado da Stone caindo 0,8% e o Índice Restrito caindo 0,1%; porém, o varejo está 2,8% acima de 2025.
  • Com o início das partidas da Copa em junho, a Stone espera que o efeito do torneio se espalhe para outras cadeias, como eletroeletrônicos, vestuário esportivo e alimentos para dias de jogos.

O setor de livros, jornais, revistas e papelaria registrou alta de 13,4% em maio de 2026 ante abril, segundo o Índice do Varejo Stone (IVS). O crescimento interanual chegou a 15%. Trata-se da maior alta entre os oito segmentos pesquisados.

O impulso veio do início das vendas do álbum de figurinhas do torneio mundial de futebol, com envelopes também em circulação. Especialistas veem o efeito do fenômeno de colecionáveis como principal motor do resultado mensal.

Envolvidos e contexto: a StoneCo divulga os dados; Guilherme Freitas, economista da empresa, analisa o papel dos colecionáveis. O material aponta que o público resiste à inflação e aos juros altos, buscando itens de entretenimento com valor simbólico.

Os destaques de maio mostram movimento positivo para tecidos, vestuário e calçados (2,6%), móveis e eletrodomésticos (1,5%) e hipermercados (0,9%). Em contrapartida, houve queda em materiais de construção (-2,4%) e outros artigos de uso pessoal (-1,6%).

Com a bola rolando na Copa em junho, o comitê econômico da StoneCo projeta que o efeito do torneio se espalhe para outras cadeias de varejo. O consumo deve ganhar fôlego em eletrônicos, vestuário esportivo e itens de alimentação para os dias de jogos.

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