- A Comissão de Valores Mobiliários suspendeu a oferta pública do Bradesco Fundo De Investimento Financeiro – Classe de Investimento em Cotas Renda Fixa Incentivado de Investimento em Infraestrutura CDI Crédito Privado – Responsabilidade Limitada por irregularidades no registro.
- A suspensão vale por até trinta dias, encerrando em 24 de julho de 2026, para que sejam corrigidas as falhas apontadas.
- Segundo a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários, não foi apresentado o formulário eletrônico de requerimento da oferta e houve inconsistências na divulgação da documentação.
- O Bradesco atua como administrador e Bradesco BBI S.A. foi a instituição intermediária líder da operação.
- Caso as irregularidades não sejam corrigidas, a operação pode ser cancelada; a instituição foi orientada a comunicar imediatamente o mercado sobre a suspensão.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu nesta terça-feira a oferta pública de um fundo de investimento em debêntures de infraestrutura do Bradesco. A medida atinge a 2ª Emissão do Bradesco Fundo De Investimento Financeiro, Classe de Investimento em Cotas Renda Fixa Incentivado de Investimento em Infraestrutura CDI Crédito Privado – Responsabilidade Limitada. A suspensão ocorreu em função de irregularidades identificadas pela autarquia.
Conforme a CVM, a oferta não apresentou todos os requisitos para requerimento de registro de rito automático. A Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) também constatou falhas na apresentação do formulário eletrônico de requerimento da oferta. Além disso, foram encontradas irregularidades na divulgação da documentação da operação.
Na prática, a suspensão vale por até 30 dias, encerrando em 24 de julho de 2026, para que os problemas sejam sanados. Se as irregularidades não forem corrigidas, a operação pode ser cancelada. A CVM determinou que o Bradesco publique comunicado ao mercado informando sobre a suspensão.
Bradesco não comentou o assunto até o momento. O banco atua como administrador, enquanto Bradesco BBI S.A. figura como instituição intermediária líder da operação, segundo a documentação da SRE. A agência reguladora não detalhou quais pontos precisam ser ajustados.
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