- Recursos do saque-aniversário somam R$ 16,7 bilhões desde dezembro; R$ 14,9 bilhões já foram sacados e R$ 1,8 bilhão ainda não retirados por quem tem direito.
- O anúncio foi feito na 205ª Reunião Ordinária do Conselho Curador do FGTS nesta terça-feira (16/6).
- Distribuição por etapas: 1ª etapa em 29 de dezembro de 2025, R$ 3,8 bilhões para 12,6 milhões de trabalhadores; 2ª etapa de 2 a 12 de fevereiro de 2026, R$ 4,7 bilhões para 10,1 milhões; 3ª etapa até 1º de junho de 2026, R$ 8,2 bilhões para 10,3 milhões.
- A maior parte dos saques (64,88%) foi de até R$ 500; demais faixas representam 28,95% (R$ 500,01 a R$ 3 mil), 4,88% (R$ 3 mil01 a R$ 10 mil) e 1,29% (acima de R$ 10 mil).
- Canal de saque mais utilizado foi crédito em conta na Caixa Econômica Federal, com 50,32% dos trabalhadores; bancos diferentes responderam por 39,25% e canais físicos por 10,42%.
Desde dezembro do ano passado, o saque-aniversário do FGTS acumula R$ 16,7 bilhões liberados pelo governo federal. Desse montante, R$ 14,9 bilhões já foram sacados, enquanto R$ 1,8 bilhão ainda não foi retirado pelos trabalhadores que têm direito.
Os dados foram apresentados na 205ª Reunião Ordinária do Conselho Curador do FGTS, nesta terça-feira (16/6). A liberação ocorreu em etapas escalonadas desde dezembro de 2025.
Distribuição por etapas
A primeira etapa, em 29 de dezembro de 2025, liberou R$ 3,8 bilhões para 12,6 milhões de trabalhadores. A segunda, entre 2 e 12 de fevereiro de 2026, liberou R$ 4,7 bilhões para 10,1 milhões. A terceira, até 1º de junho de 2026, foi de R$ 8,2 bilhões para 10,3 milhões.
O saque-aniversário vale para trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. A medida é regulamentada pela Medida Provisória nº 1.331, de 23 de dezembro de 2025, com créditos creditados nas contas cadastradas.
Entre as faixas de valor, 64,88% dos saques foram de até R$ 500. Outras faixas representaram 28,95% (R$ 500,01 a R$ 3 mil), 4,88% (R$ 3 mil01 a R$ 10 mil) e 1,29% acima de R$ 10 mil.
No total de saques, o crédito em conta da Caixa foi utilizado por 50,32% dos trabalhadores. Outros bancos responderam por 39,25%, e canais físicos somaram 10,42%.
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