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Banco Central falhou na supervisão do Banco Master, diz Durigan

Durigan atribui ao Banco Central falha de supervisão que originou o Banco Master, liquidado em novembro, associada à baixa de servidores e de recursos

Ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu a pasta em março de 2026
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  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as fraudes envolvendo o Banco Master tiveram origem em falha de supervisão do Banco Central, que liquidou a instituição em novembro do ano passado.
  • Ele vinculou a falha à queda de servidores do BC e à falta de recursos para concursos e contratações.
  • A declaração foi feita durante sessão conjunta na Câmara dos Deputados, para debater diretrizes de políticas fiscais e econômicas.
  • Sobre a PEC do Banco Central, Durigan defendeu o fortalecimento da autoridade, mas sinalizou preocupações com o conteúdo, que amplia autonomia e orçamento próprio.
  • O presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, apoia a autonomia; Durigan afirmou que não se pode criar distorções na contabilidade pública para fortalecer o BC.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as fraudes envolvendo o Banco Master tiveram origem em falha de supervisão do Banco Central. A instituição foi liquidada pela autoridade monetária em novembro do ano passado. Durigan fez a afirmação durante reunião na Câmara dos Deputados.

Durigan relacionou a falha de supervisão à queda contínua no quadro de servidores do BC, associada à falta de recursos para novos concursos e contratações. Ele sugeriu impacto na capacidade regulatória do órgão.

Acompanhou a fala uma sessão conjunta das Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação, para debater diretrizes de políticas fiscais e econômicas.

Autonomia do BC e definição de riscos

Durigan defendeu o fortalecimento da autoridade monetária e de outras agências reguladoras. Contudo, destacou preocupação com o conteúdo da PEC que amplia a autonomia do BC, incluindo orçamento próprio e menos dependência do Tesouro.

Ele ressaltou que a medida não deve criar distorções na contabilidade pública. O tema envolve a estrutura, o pessoal e a governança do BC, sem incluir julgamentos sobre instituições específicas.

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