- A GM ampliou a produção no Ceará, com o Spark EUV já em linha e a Captiva EV prevista para começar em 2026, visando dobrar a capacidade de 20 mil para 40 mil veículos por ano.
- Em sete meses, foram produzidos cerca de 2.500 Spark EUV na fábrica de Horizonte, e a montagem do Captiva EV teve início neste mês de junho.
- A chegada do Captiva EV marca a abertura de um terceiro turno, elevando o quadro de funcionários em aproximadamente cinquenta por cento, para ampliar a produção.
- A expansão pode incluir o Wulling Bingo, conhecido como Celta elétrico, além do Captiva híbrido plug-in, levando a fábrica a produzir quatro modelos no Ceará.
- A direção da GM informou que a planta receberá investimentos para nova tecnologia no Brasil até o final de 2026, com a expectativa de, a partir de setembro, produzir o Captiva PHEV e avançar em capacidades de longo prazo.
A General Motors ampliou a produção no Ceará, onde a fábrica da PACE, em Horizonte, passou a produzir o Spark EUV e anunciou a inclusão do Captiva EV. A montagem do Captiva elétrico começou apenas em junho de 2026, após a promessa feita em dezembro de 2025.
Em sete meses de operação, a linha do Spark EUV entregou 2.500 unidades. A GM pretende elevar a capacidade instalada de 20 mil para 40 mil veículos por ano, com a meta de ampliar o ritmo conforme a demanda do mercado.
A instalação ganhou um terceiro turno e passou a operar com cerca de 200 funcionários. A projeção é ampliar o quadro em aproximadamente 50% e sustentar o crescimento da operação em Horizonte, mantendo a produção de veículos elétricos no estado.
A estratégia envolve também o possível lançamento do Wulling Bingo, visto como o Celta elétrico brasileiro, além de um Captiva híbrido plug-in (PHEV). Se confirmado, a fábrica passará a produzir quatro modelos no Ceará, incluindo Spark e Captiva EV.
Segundo o Jornal do Carro, o Captiva PHEV deve começar a ser produzido a partir de setembro, com a tecnologia híbrida plug-in inédita no Brasil para a GM. A empresa ainda planeja investimentos para novas tecnologias até o fim de 2026.
A liderança da GM na região, representada por Thomas Owsianski, afirmou que a fábrica pode receber novos recursos conforme a demanda evolua e que novos produtos devem ampliar a capacidade produtiva do complexo.
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