- O dólar à vista caiu 0,32%, passando a R$ 5,072, enquanto a Bolsa subiu 0,61%, aos 170.678 pontos, nesta quarta-feira (17).
- Mercado acompanha decisões de juros esperadas no Brasil (Selic) e nos Estados Unidos (Fed).
- Abertas as atenções para a reunião do Copom, com expectativa de corte de 0,25 ponto percentual para 14,25% ao ano; no Fed, a maioria projeta manutenção da taxa entre 3,5% e 3,75% ao ano.
- O ambiente externo segue influenciado pela aproximação do acordo preliminar para encerrar a guerra no Oriente Médio e pela normalização do Estreito de Hormuz, o que reduz o petróleo.
- Queda do petróleo impacta Petrobras e o Ibovespa, com investidores monitorando também pesquisas eleitorais que mostram vantagem para Lula sobre Flávio Bolsonaro.
O dólar opera em leve queda nesta quarta-feira, 17, contrastando com o ritmo global, à medida que investidores aguardam decisões de juros no Brasil e nos EUA. O mercado também monitora declarações sobre o Irã e o Oriente Médio.
A Bolsa brasileira avança, impulsionada pela queda do dólar e pela expectativa de cortes na Selic. Às 10h12, o dólar à vista caía 0,32%, para R$ 5,072, enquanto o Ibovespa subia 0,61%, aos 170.678 pontos.
O dia traz atenção para o Copom e o Fed. No Brasil, a aposta é de corte de 0,25 p.p. na Selic para 14,25% ao ano. Nos EUA, a maioria prevê manutenção da taxa entre 3,5% e 3,75% e a leitura sobre inflação e emprego ganha peso.
Perspectivas sobre juros
Investidores procuram sinais de liderança do novo presidente do Fed, com mànha de mensagens sobre inflação. O mercado observa o impacto de novas falas sobre política monetária e o caminho para os próximos meses.
Movimentação de commodities
Ações da Petrobras recuam cerca de 1% após a queda do petróleo, pressionadas pela percepção de retorno gradual do Estreito de Hormuz. O Brent cai para US$ 79 e o WTI fica próximo de US$ 76, com efeito no câmbio local.
A agenda internacional também influencia o humor dos investidores. O acordo preliminar para encerrar conflitos no Oriente Médio alimenta o otimismo, mas o Russo de capital estrangeiro permanece volátil.
A recente pesquisa eleitoral brasileira mostra Lula à frente de Bolsonaro em cenários de segundo turno, o que afeta apostas sobre política fiscal e impacto nos ativos. Analistas destacam que o mercado está reagindo a fluxos de capitais.
No exterior, Dow Jones atingiu novo recorde intradia, enquanto S&P 500 e Nasdaq recuaram após ganhos recentes. O viés de risco permanece ligado à evolução do comércio global e à normalização do fornecimento de energia.
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