- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que, caso o impacto da guerra diminua, o governo pode retirar a subvenção a combustíveis e o Imposto de Exportação sobre óleo; as medidas são temporárias.
- Durigan ressaltou que as medidas são de caráter temporário e podem ser revertidas conforme o cenário econômico.
- Em comparação com o governo de Jair Bolsonaro, houve acordo com os estados para reduzir o ICMS sobre combustíveis e evitar alta de preços.
- Em dois mil e vinte e dois, a proposta de reduzir o ICMS sobre combustíveis gerou um prejuízo de cerca de R$ vinte e sete bilhões aos estados, ressarcido em dois mil e vinte e três após decisão judicial.
- Durigan afirmou que o crime organizado deve ser combatido pela polícia brasileira e comentou sobre a relação Brasil–Estados Unidos, destacando preocupação com uma possível intervenção.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira, 17, em reunião conjunta da Câmara, que o governo pode retirar a subvenção a combustíveis e o Imposto de Exportação sobre óleo, caso o impacto da guerra diminua. As medidas são consideradas temporárias.
Durigan comparou a atuação deste governo com a de 2022, quando houve acordo com estados para reduzir o ICMS sobre combustíveis. Naquele ano, a medida prevista pelo então governo provocou um prejuízo estimado de 27 bilhões de reais aos estados, ressarcido em 2023 após decisão judicial.
O ministro sinalizou que o combate ao crime organizado deve ser prioridade da polícia, sem detalhar ações. Também comentou sobre a relação entre Brasil e Estados Unidos, dizendo que está sob risco de intervenção e merece atenção. Essas observações foram feitas durante a sessão legislativa.
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