- A Reforma Tributária entra em fase decisiva, com CBS e IBS em teste, e as empresas precisam se adaptar desde já.
- Em 2026 haverá transição e testes operacionais; a cobrança integral ainda não começou, mas a preparação é essencial.
- Regimes de Lucro Real e Lucro Presumido devem ajustar sistemas para atender às novas exigências durante a fase de testes.
- A Receita Federal e o futuro Comitê Gestor do IBS coordenam a transição e criam as bases operacionais do novo modelo.
- A simplificação tributária pode aumentar a competitividade ao reduzir a complexidade; a preparação antecipada pode virar vantagem competitiva.
A Reforma Tributária brasileira entra em fase decisiva para empresas de todos os portes, segundo especialistas. Embora 2026 seja visto como período de transição, a adaptação já começa a ocorrer. A expectativa é que os meses seguintes sejam cruciais para o ajuste do setor produtivo.
Com as alíquotas-teste da CBS e do IBS em operação, empresas precisam alinhar sistemas fiscais e emissão de documentos eletrônicos. O período de testes busca validar processos antes da implementação definitiva.
Para Lucas Congo, do Grupo Platina 8, o erro seria esperar o momento da cobrança completa para agir. O especialista ressalta que a reforma começa agora, na preparação, para reduzir custos operacionais no futuro.
Mudanças em 2026
Mesmo em fase de testes, empresas enquadradas no Lucro Real e no Lucro Presumido devem adaptar seus sistemas. A etapa atual tem caráter pedagógico, visando validar procedimentos entre empresas, órgãos públicos e desenvolvedores de sistemas.
A Receita Federal e o futuro Comitê Gestor do IBS coordenam a transição, criando as bases operacionais do novo modelo. A etapa deve permitir ajustes antes da cobrança plena.
A simplificação tributária é defendida como forma de aumentar a competitividade. A redução da complexidade pode reduzir distorções entre diferentes tributos e obrigações acessórias.
Impacto para as empresas
O foco na transição é reduzir custos e ampliar transparência. Congruente com o objetivo da reforma, a CBS e o IBS devem simplificar a cobrança e a gestão fiscal, segundo especialistas.
Conforme Congo, a simplificação pode liberar recursos para inovação e crescimento. Empresas que lidarem com a reforma como modernização tendem a ficar melhor posicionadas no ambiente econômico.
Especialistas recomendam que companhias revisem processos internos, atualizem sistemas e capacitem equipes ao longo de 2026. A ênfase está na preparação para evitar impactos financeiros e operacionais.
As mudanças devem permitir maior previsibilidade tributária. Empresas bem preparadas tendem a ter menor risco operacional e maior eficiência nos próximos anos.
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