- A Selic chegou a 13,75% ao ano em maio e deve permanecer acima de 14% até o final de 2026, mantendo juros reais positivos por mais tempo.
- Investimentos pós-fixados continuam atrativos, com títulos públicos (LTN, LFT, NTN-F), fundos de renda fixa e CDBs de bancos sólidos, atrelados à Selic.
- Além da renda fixa, diversificar é recomendado: ações de empresas sólidas, fundos imobiliários e fundos de ações também aparecem como oportunidades.
- CDBs de bancos confiáveis contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF e por instituição.
- No mercado de ações, setores como bancos, energia e commodities podem oferecer valorização; FIIs de imóveis comerciais e logísticos têm bom desempenho em cenários de juros elevados.
A Selic, que alcançou 13,75% ao ano em maio, deve permanecer elevada por mais tempo, mantendo juros reais acima da inflação. Com isso, aplicações pós-fixadas acompanham a taxa e continuam entre as opções mais atrativas para segurança e rentabilidade.
Especialistas ouvidos pelo Estado de Minas destacam títulos públicos como LTN, LFT e NTN-F, além de fundos de renda fixa e CDBs de bancos sólidos. Esses ativos costumam oferecer rentabilidade atrelada à Selic, estimada acima de 14% ao ano até o fim de 2026.
Além da renda fixa, o cenário permite diversificação. Entre as oportunidades estão ações de empresas com bom potencial de crescimento, fundos imobiliários e fundos de ações, segundo especialistas.
Renda fixa e segurança
O economista André Perfeito, da FGV, aponta que a taxa deve permanecer elevada até o fim de 2026, favorecendo títulos públicos e CDBs de curto e médio prazo. A recomendação é observar o perfil de risco do investidor.
Títulos públicos atrelados à Selic continuam considerados adequados para quem busca segurança. CDBs de bancos sólidos acompanham a rentabilidade, com garantia do FGC até 250 mil por CPF e instituição.
Perspectivas para o mercado de ações e FIIs
Para quem busca exposição acionária, o momento favorece empresas com fluxo de caixa estável e potencial de crescimento, com destaque para setores como bancos, energia e commodities.
Fundos imobiliários, especialmente os que investem em imóveis comerciais e logísticos, também aparecem como alternativa, apresentando desempenho robusto mesmo ante cenários de juros elevados.
Considerações finais
O cenário de juros em alta oferece oportunidades para diversificar a carteira, aliando títulos públicos, CDBs, ações e FIIs. Mantém-se, porém, a necessidade de avaliar objetivos e tolerância ao risco de cada investidor.
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