- Nos EUA, a primeira reunião sob a liderança de Kevin Warsh deve manter a taxa básica entre 3,5% e 3,75%.
- No Brasil, o mercado espera corte de 0,25 ponto percentual da Selic, de 14,5% para 14,25% ao ano.
- O foco do Copom está no comunicado, com a possibilidade de sinalização de pausa no ciclo de flexibilização.
- Bolsas europeias operam perto da estabilidade; na Ásia, o pregão fechou em alta, com destaque para tecnologia e exportações.
- O petróleo opera em leve alta, abaixo de 80 dólares o barril: Brent em 79,01 dólares e WTI em 76,24 dólares.
O mercado aguarda a chamada da superquarta, com a decisão de política monetária do Fed sob a condução de Kevin Warsh e a decisão do Copom no Brasil. O cenário global inclui o provável acordo entre EUA e Irã e uma recente correção nos preços do petróleo, que afetam a inflação mundial.
Nos EUA, a expectativa é manter a meta de juros entre 3,5% e 3,75% na primeira reunião de Warsh à frente do Fed. O acordo sobre o Oriente Médio reduz parte da pressão inflacionária ligada ao petróleo, mas tarifas e geopolítica mantêm a cautela entre analistas.
No Brasil, o mercado projeta corte de 0,25 ponto percentual na Selic, para 14,25% ao ano. O foco, porém, está no comunicado do Copom, com permissão para sinalizar pausa no ciclo de flexibilização diante da inflação resistente e incertezas fiscais próximas das eleições.
Panorama global
Bolsas na Europa ficam estáveis, com investidores retendo movimentos até o Fed. Na Ásia, as sessões fecharam em alta, com o Nikkei próximo de recordes, apoiado por ações de tecnologia e pela demanda por eletrônicos e semicondutores.
Commodities e cenário regional
O petróleo avança pouco, ainda abaixo de US$ 80 por barril, após a recente queda. O Brent para agosto está em US$ 79,01 e o WTI para julho, US$ 76,24 por barril, diante do acordo EUA-Iran e da expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz.
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