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Aporte atinge recorde, porém transição energética desacelera, aponta WEF

Investimentos atingem recorde em 2025, mas transição energética se fragmenta globalmente; Brasil lidera a região, aponta estudo do Fórum Econômico Mundial

O diretor WEF Roberto Bocca vê fragmentação global da transição energética
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  • Em 2025, o investimento global na transição energética atingiu valor recorde, segundo o Fórum Econômico Mundial (WEF).
  • Mesmo com esse marco, a transição desacelera e se fragmenta por causa da volatilidade econômica e de conflitos internacionais.
  • O estudo aponta fragmentação da transição energética em nível global.
  • O Brasil mantém a liderança regional nesse tema.
  • O relatório foi divulgado nesta quinta-feira, 18, pelo WEF.

O Fórum Econômico Mundial (WEF) aponta que a transição energética global está mais fragmentada mesmo com investimentos históricos em 2025. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (18) e indica volatilidade econômica e conflitos como elementos que dificultam a coordenação internacional. A avaliação reforça a necessidade de alinhamento entre políticas, financiamento e tecnologia.

Segundo o documento, houve recorde no montante destinado à transição, barrando avanços mais consistentes em várias regiões. A leitura do WEF é de que, embora os recursos tenham aumentado, a implementação permanece desigual, com impactos diferenciados conforme o país ou bloco econômico. O relatório cita fragilidades em cadeia de suprimentos, adoção de tecnologias e custos de transição.

A análise enfatiza que o ritmo da transição depende de fatores políticos, regulatórios e de investimento privado, que nem sempre seguem a mesma velocidade. Conflitos geopolíticos e flutuações macroeconômicas aparecem como impedimentos relevantes para a escalada de projetos de energia limpa, armazenamento e infraestrutura.

Brasil mantém liderança regional

No recorte regional, o estudo aponta que o Brasil permanece como referência na América Latina, mantendo vantagem em investimentos relativos e políticas de apoio. O relatório destaca esforços nacionais para ampliar geração renovável e melhorar a matriz energética, apesar de desafios logísticos e regulatórios.

Além do Brasil, o documento cita avanços em outras economias sul-americanas, que avançam na integração de fontes como solar, eólica e bioenergia. Ainda assim, o WEF ressalta que a fragmentação global persiste, exigindo cooperação internacional mais robusta para reduzir custos e acelerar a transição.

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