- Tim Cook afirmou ao The Wall Street Journal que aumentos de preços são inevitáveis devido aos custos crescentes de memória RAM e armazenamento, que estão em escassez.
- A Apple vinha mantendo os preços, mas a situação foi considerada insustentável pelo executivo, que disse estar tentando mitigar os impactos para os clientes.
- Não houve indicação de quando os aumentos vão ocorrer nem quais produtos serão afetados.
- A possibilidade de elevação de preços ocorre em meio a projeções de alta de memórias e a expectativa de lançamento da linha iPhone 18 em setembro.
- A notícia não confirma mudanças específicas nos preços atuais dos modelos da Apple no Brasil.
A Apple admitiu que os preços de seus produtos devem subir devido ao aumento constante nos custos de memórias. O alerta foi feito pelo CEO Tim Cook em entrevista ao The Wall Street Journal, publicada nesta quarta-feira. A empresa afirma que não repassar esses custos era insustentável.
Cook afirmou que os crescendos de preços de memória RAM e armazenamento, agravados pela escassez, são o principal fator. O executivo disse ainda que a Apple tenta mitigar os impactos para os clientes, mas que a situação se tornou insustentável. Ainda não há data nem valor definidos para os ajustes.
Contexto de memória e impactos
A situação é semelhante à de outras companhias de tecnologia, com previsão de alta maior nos componentes DRAM para 2026. A demanda de data centers e IA continua robusta, sustentando preços de materiais. A Apple não detalhou quais linhas serão afetadas.
Rumores e cenários no Brasil
Especula-se que o upgrade de memória possa influenciar lançamentos futuros, incluindo a linha iPhone 18, previsto para setembro. Analistas discutem se haverá reajustes de preços em dispositivos anunciados ou no portfólio existente.
Atual catálogos brasileiros da Apple já apontam os valores atuais de venda, sem considerar reajustes. iPhone 17, Pro, Pro Max, Air e modelos 16 mantêm faixas de preço até o momento, com variantes de 256 GB a 2 TB em alguns modelos.
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