- A Receita Federal estima movimentação de até R$ 50 bilhões em bets ilegais, segundo a Operação “Conto da Sorte” em parceria com o Ministério Público dos estados do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.
- Um grupo de 37 empresas atuava no ramo de apostas sem autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
- Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, Ceará e São Paulo.
- A apuração envolve a criação da autarquia LOTSERIDÓ pela Prefeitura de Bodó (Rio Grande do Norte), que credenciou irregularmente empresas de apostas de quota fixa; LOTSERIDÓ foi encerrada em outubro de 2025, mas as empresas continuam atuando sem autorização.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a operação é apenas uma das ações para combater esse tipo de atividade, com a expectativa de divulgar os valores exatos em breve.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que a Receita Federal estima uma movimentação de até R$ 50 bilhões em bets ilegais. A estimativa decorre da operação Conto da Sorte, realizada em parceria com o Ministério Público dos estados Rio Grande do Norte e Pernambuco.
Durigan explicou que um grupo de 37 empresas atuava no ramo de apostas sem autorização. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, Ceará e São Paulo.
Segundo o ministro, a investigação visa apurar valores exatos, que serão divulgados em breve. A ação é parte de um conjunto de operações para coibir empresas de apostas em quota fixa sem autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
Contexto da operação
A Receita Federal aponta que as apurações tiveram início com a criação da autarquia LOTSERIDÓ pela Prefeitura de Bodó, no Rio Grande do Norte. O órgão credenciou, de forma irregular, empresas de apostas de quota fixa.
Durigan afirmou que a LOTSERIDÓ foi encerrada em outubro de 2025, mas as empresas continuaram atuando sem autorização da SPA. O STF já declarou que municípios não têm competência para autorizar jogos e apostas.
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