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Fabricante do Ozempic contesta nome de concorrente brasileira

Novo Nordisk aciona a Justiça Federal no Rio de Janeiro para anular Ozivy, alegando confusão com Ozempic e Wegovy; EMS sustenta originalidade do nome

Novo Nordisk afirma que a escolha do termo "Ozivy" representa um aproveitamento da reputação das marcas da companhia
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  • Novo Nordisk acionou a Justiça Federal do Rio de Janeiro para anular o registro da marca Ozivy, da EMS.
  • O processo foi protocolado na 31ª Vara Federal do Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026.
  • A empresa argumenta que o nome Ozivy provoca confusão com Ozempic e Wegovy e associa as marcas da Novo Nordisk.
  • Ozivy começou a ser vendido no Brasil nesta semana; é o primeiro medicamento com semaglutida sintética aprovado pela Anvisa para diabetes tipo 2, com custo de R$ 863,23 para três meses (ou R$ 287 por mês).
  • A EMS afirma que o nome é original e resultado de branding independente; não há decisão judicial até o momento.

A Novo Nordisk acionou a Justiça Federal no Rio de Janeiro para anular o registro da marca Ozivy, da EMS. O processo tramita na 31ª Vara Federal do Rio de Janeiro, protocolado nesta quarta-feira (17.jun.2026). A empresa aponta confusão entre Ozivy e seus produtos Ozempic e Wegovy.

O motivo central é evitar aproveitamento indevido da reputação de suas marcas. A ação ocorre após a perda da exclusividade da patente da semaglutida, ativo presente nos seus emagrecedores. A medida visa proteger a imagem e a identidade dos fármacos.

Controvérsia de marca e desenvolvimento independente

O Ozivy começou a ser vendido no Brasil nesta semana. O medicamento é o primeiro com semaglutida sintética autorizado pela Anvisa para diabetes tipo 2. O tratamento de 3 meses custa R$ 863,23, ou R$ 287 por mês, segundo a distribuidora.

A EMS afirma que o nome Ozivy é original, fruto de um desenvolvimento independente de branding. A empresa sustenta que atua em um ambiente de livre concorrência e que a disputa não deve prejudicar o acesso dos pacientes a tratamentos.

Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso. A tramitação deverá indicar se há ou não probabilidade de confusão entre as marcas.

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