- Futuros dos EUA sobem: S&P 500 avança cerca de 0,9% e Nasdaq 100 cresce ~1,4% após Trump assinar acordo preliminar com o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.
- Brent recua aproximadamente 1,8% a 1,9%, chegando perto de US$ 78 por barril, menor nível desde o início do conflito.
- Rendimentos dos Treasuries recuam; câmbio e dólar estabilizam após forte alta recente, com expectativa ainda de alta de juros em outubro.
- Não está claro se o Estreito de Ormuz será reaberto de imediato; autoridades sinalizam acordo entre EUA e Irã, mas medidas práticas ainda dependem de Teerã.
- Outras tendências: ações globais acompanham o desempenho americano; destaque para a possibilidade de mudanças em rotas de exportação de petróleo e movimentos no setor de tecnologia e saúde.
Os futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira após o presidente Donald Trump assinar um acordo preliminar para encerrar a guerra no Oriente Médio. O Brent caiu para perto de 78 dólares o barril, revertendo parte dos ganhos recentes.
Os contratos do S&P 500 subiram cerca de 0,9%, e o Nasdaq 100 avançou 1,4%. Dados apontam para uma sessão de bem posicionados investidores, depois de uma virada do próprio Dow Jones, que já havia recuado mais de 1%.
O petróleo Brent recuou 1,8%, após os primeiros sinais de estabilização no mercado. Os rendimentos dos Treasuries cederam, com o mercado reduzindo apostas agressivas de elevar juros este ano, embora o caminho até outubro permaneça precificado.
Trump afirmou aos jornalistas ter assinado o acordo no Palácio de Versalhes, nos arredores de Paris. Não há confirmação de ações imediatas de Teerã para reabrir completamente o Estreito de Ormuz, segundo autoridades.
Mercados e perspectivas
A expectativa de juros dos EUA permanece pressionada por indicações de aperto monetário ainda neste ano. O dólar oscilou após recentemente alcançar altas, enquanto operadores ajustam posições.
A volatilidade nos mercados globais é influenciada pela evolução do acordo com o Irã e por sinais do Fed sobre política monetária. Analistas enfatizam a necessidade de confirmar o conteúdo do memorando de entendimento.
Outros destaques
A Braskem enfrenta resistência de credores na recuperação extrajudicial, com críticas sobre favorecimento de títulos de curto prazo. As negociações seguem sem confirmação de apoio suficiente.
O Goldman Sachs avalia que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz pode retornar a cerca de 70% dos níveis pré-guerra, com rotas alternativas sendo fortalecidas para reduzir dependência da via marítima.
A Telepatia, startup de IA para médicos na América Latina, recebe aporte de Andreessen Horowitz. A empresa pretende atingir metade dos 1,9 milhão de médicos da região até 2027, visando reduzir erros e aumentar produtividade em sistemas de saúde.
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