- A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, em 18/6, operação contra a facção Comboio do Cão, investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.
- O foco foi a estrutura financeira da organização, com mandados de prisão temporária, busca e apreensão e bloqueio de contas, além do sequestro de veículos, imóveis e ativos.
- A ação aponta que o grupo tinha divisão de funções, indo da aquisição de entorpecentes à logística, transporte, movimentação financeira e ocultação de patrimônio.
- Um dos principais líderes, conhecido como Wilinha, já havia sido preso anteriormente; havia risco de fuga para o exterior, inclusive com uso de documentos falsos.
- A investigação, conduzida pela Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário, visa reduzir a capacidade financeira da facção, atingindo patrimônios ligados aos investigados, inclusive em nome de familiares e terceiros.
A Polícia Civil, por meio da Draco/Decor, deflagrou na quinta-feira (18/6) uma operação contra a facção Comboio do Cão, originária do Distrito Federal. O objetivo é a investigação por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.
A ação mira a estrutura financeira da organização, com mandados de prisão temporária, busca e apreensão e bloqueio de contas. Também houve sequestro de veículos, imóveis e outros ativos, inclusive em nome de terceiros.
Segundo as investigações, o grupo atua há mais de 10 anos no DF, com ligações a fornecedores em outros estados. A organização movimentava recursos e ocultava patrimônio por meio de familiares e próximos dos integrantes.
Líderes, fornecedores, transportadores e operadores logísticos integravam a rede. Um dos principais líderes já havia sido preso anteriormente, com risco de fuga para o exterior e uso de documentos falsos.
Entre os desdobramentos, a operação atingiu bens ligados ao núcleo central, incluindo patrimônio registrado em nomes de familiares. A cooperação envolveu Ministério Público e Poder Judiciário.
Desdobramentos da operação
As autoridades destacam que a divisão de funções permitia aquisição, transporte e distribuição de entorpecentes, além da movimentação dos lucros. A ação busca reduzir a capacidade financeira da facção.
Wilinha, apontado como líder, tem condenação superior a 30 anos por homicídio. Outros integrantes ligados à logística e distribuição também foram presos durante o cumprimento dos mandados.
A investigação foi conduzida por Polícia Civil, com apoio do Ministério Público e do Judiciário. Os atos visam interromper a cadeia financeira e operacional da organização criminosa.
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