Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dólar abre em baixa a R$ 5,16, recua após alta da semana de juros

Dólar abre em baixa a R$ 5,16, ainda acima do piso da semana, com reflexos das decisões de juros no Brasil e nos EUA

Dólar subiu do patamar de R$ 5,06 para R$ 5,17 após decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos
0:00
Carregando...
0:00
  • Dólar abriu em baixa, cotado a R$ 5,16, ainda acima de 5,05, com variação de 0,25% frente ao fechamento de ontem.
  • Na semana, a moeda acumula alta de cerca de 2% ante o real, puxada por decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
  • O Copom cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, adotando tom mais dovish e mantendo a porta aberta para novos cortes em agosto, enquanto o Fed sinalizou possibilidade de aperto monetário.
  • No exterior, o preço do petróleo Brent ficou estável, em torno de US$ 79,97 o barril, diante de incertezas sobre assinatura de acordo de paz.
  • Eventos geopolíticos: negociações entre EUA e Irã previstas para hoje na Suíça foram canceladas; o Irã anunciou não cobrar taxas para navios no Estreito de Hormuz por 60 dias; o Ibovespa caiu quase 2% na semana, aos 168.277 pontos.

O dólar abriu em baixa nesta sexta-feira, cotado a cerca de R$ 5,16, ainda acima da abertura da semana. O ritmo de queda ficou restrito pela atuação de juros nos EUA e no Brasil e pela expectativa de novas mudanças na política monetária.

A moeda acumula alta de cerca de 2% na semana, puxada pela decisão do Fed de manter a taxa estável e pelo Copom cortar a Selic em 0,25 ponto percentual. Mesmo assim, o mercado sinaliza maiores cautelas diante de cenários internacionais.

No exterior, o petróleo Brent opera próximo de US$ 80 o barril, com volatilidade relacionada a possíveis acordos de paz e a ataques na região. Hoje, negociações entre EUA e Irã na Suíça foram canceladas.

Cenário internacional e política monetária

Paulo Gala, professor da FGV-SP, aponta que o Copom adotou uma postura mais dovish ao cortar a Selic, mas deixou claro que não encerrou o ciclo de cortes. O Fed, por outro lado, sinaliza possibilidade de aperto.

Mercado interno e bolsa

A bolsa brasileira luta para manter a recuperação após cinco pregões em queda. O Ibovespa opera em torno de 168.277 pontos, com o cenário externo influenciando o apetite por risco e o câmbio, que ainda permanece volátil.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais