- Entre jan e mai de 2026, exportações brasileiras para o Haiti atingiram US$ 29,3 milhões, alta de 53,4% ante o mesmo período de 2025.
- No mesmo intervalo, as importações do Haiti do Brasil somaram US$ 436,6 mil, gerando saldo comercial de US$ 28,9 milhões para o país.
- O crescimento foi puxado pelo agronegócio e pela indústria de alimentos; despojos comestíveis de carnes representam 33,2% das vendas brasileiras ao Haiti.
- O fluxo comercial total entre os dois países, de janeiro a maio de 2026, ficou em US$ 29,7 milhões, 53,9% acima de 2025.
- O Haiti responde por 0,02% das exportações brasileiras e ocupa a 121ª posição entre destinos; continua sendo mercado relevante para carnes e alimentos processados.
Nos primeiros cinco meses de 2026, as exportações brasileiras para o Haiti cresceram de forma expressiva, impulsionadas pelo agronegócio e pela indústria de alimentos. O Brasil faturou US$ 29,3 milhões no período, alta de 53,4% frente ao período equivalente de 2025.
O saldo comercial com o Haiti permanece favorável ao Brasil: as importações do país somaram US$ 436,6 mil, mantendo um superávit de US$ 28,9 milhões para o Brasil. O fluxo total de comércio entre janeiro e maio de 2026 atingiu US$ 29,7 milhões, alta de 53,9%.
Panorama 2025-2026
Historicamente, o Haiti representa 0,02% das exportações brasileiras e ocupa a 121ª posição entre destinos. Mesmo assim, o mercado haitiano permanece relevante para setores específicos, principalmente carnes e alimentos processados.
Entre os produtos embarcados, despojos comestíveis de carnes preparados ou preservados respondem por 33,2% das vendas. Em seguida, carnes de aves e miudezas comestíveis, com 18,3%, e outras carnes e miudezas, 12%.
Além das proteínas animais, o Brasil também exporta bebidas alcoólicas, carne suína, farelo de soja, café e itens industriais como máquinas para processamento de alimentos, materiais de construção e veículos de transporte de mercadorias.
Entre na conversa da comunidade