- O Ibovespa caiu 0,37%, aos 167.660 pontos, nesta sexta-feira, em sessão marcada por monitorar o conflito no Oriente Médio.
- O dólar comercial caiu 0,45%, a R$ 5,1434, com os mercados dos EUA fechados pelo feriado de Juneteenth.
- Negociações sobre um acordo permanente entre EUA e Irã, que seriam realizadas na sexta-feira na Suíça, foram adiadas.
- O adiamento foi associado a tensões no Líbano, após confronto entre Israel e militantes apoiados pelo Irã; o Irã condicionou o acordo à manutenção de uma trégua no Líbano.
- O petróleo Brent ficou próximo de US$ 80 por barril, com o mercado acompanhando o fluxo de notícias e a evolução do conflito regional.
O Ibovespa operava em queda na manhã desta sexta-feira (19), acompanhando a percepção de maior prudência nos mercados diante do adiamento das negociações entre EUA e Irã. O feriado de Juneteenth norte-americano manteve os pregões fechados por lá, contribuindo para um ambiente de menor liquidez.
Até as 11h15, o índice acionário brasileiro caía 0,37%, aos 167.660 pontos. O dólar comercial era cotado a 5,1434 reais, com queda de 0,45% frente ao preço anterior. Movimentos locais refletiam o humor externo e a indefinição sobre o desfecho das negociações.
As negociações, que deveriam ocorrer nesta sexta na Suíça, foram adiadas. O motivo apontado envolve tensões no Líbano, onde Israel e militantes apoiados pelo Irã tiveram confrontos na madrugada. O Irã condicionou um acordo preliminar à permanência de uma trégua no Líbano, segundo o Financial Times.
No cenário externo, mercados encerram a semana com cautela. Mesmo com avanços provisórios anunciados anteriormente, investidores revisam as etapas para uma possível assinatura permanente entre Washington e Teerã. Enquanto isso, o petróleo Brent oscillava perto de 80 dólares por barril, com atenção ao tráfego no Estreito de Ormuz.
Com informações da Bloomberg News
Mercados e commodities
- S&P 500 futuro recuava 0,2% nos EUA, diante do feriado.
- Stoxx 600 europeu caiu 0,1% e ações asiáticas registraram queda de 0,4%.
- Olhos permanecem voltados para a evolução das negociações entre EUA e Irã e para impactos no comércio global de petróleo.
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