- netLex, legaltech de Belo Horizonte fundada em 2014 por Flávio Ribeiro e Wagner Possas, atua em mais de sessenta países e atende cerca de quatrocentos clientes.
- A empresa evoluiu do foco em criação de contratos para gestão do ciclo de vida contratual (CLM), oferecendo fluxos padronizados, monitoramento de obrigações e alertas.
- Cerca de setenta por cento dos clientes são grandes empresas, principalmente nos setores financeiro, energia, óleo e gás e saneamento.
- Em 2024, a companhia captou R$ 126 milhões em rodada Série B liderada pela Riverwood Capital, mantendo uma postura conservadora em relação ao caixa e buscando breakeven.
- A estratégia de crescimento prevê expansão na América Latina, com metas de cerca de 10% da receita na região, além de investir em IA para transformar contratos em ativos vivos com dados de riscos e oportunidades.
A netLex, legaltech mineira criada em Belo Horizonte em 2014 por Flávio Ribeiro e Wagner Possas, nasceu para enfrentar gargalos na gestão de contratos. A startup desenvolveu uma plataforma que amplia a autonomia das áreas de negócio, reduzindo a dependência do jurídico para criação e revisão de contratos.
A solução centraliza o ciclo de vida contratual, monitorando obrigações, prazos e documentos, além de transformar dados jurídicos em informações estruturadas para a tomada de decisão. Hoje, a empresa atende cerca de 400 clientes, com 70% deles sendo grandes empresas de setores como financeiro, energia, óleo e gás e saneamento.
Em 2024, a netLex captou R$ 126 milhões em uma rodada Série B liderada pela Riverwood Capital, um fundo de private equity voltado para tecnologia. Os diretores afirmam manter uma gestão conservadora de caixa, buscando operar próximo do breakeven.
A empresa expandiu sua presença global, com usuários em mais de 60 países e atuação em mais de 15 mercados. Em 2025, iniciou uma estratégia comercial própria para a América Latina, mirando cerca de 10% da receita da região nos próximos anos.
A empresa também investe em inteligência artificial para melhorar o ciclo de vida contratual, conectando criação, gestão e análise de dados. Ribeiro afirma que a tecnologia não serve apenas para acelerar revisões, mas para transformar contratos em ativos vivos com informações de risco e desempenho.
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