- A Mercedes-Benz Group AG vai discutir cortes de custos mais profundos com representantes sindicais, o que pode afrouxar proteções de empregos.
- As negociações formais com líderes sindicais podem resultar em mudanças no acordo trabalhista vigente até 2034.
- O pacto atual proíbe demissões compulsórias nas fábricas da Mercedes na Alemanha, núcleo da rede de produção de luxo.
- A chefe de recursos humanos, Britta Seeger, afirmou que as conversas tratam de manter economias frente a um downturn em mercados-chave.
- A discussão faz parte de um esforço contínuo da empresa para ampliar o uso de inteligência artificial para reduzir custos.
A Mercedes-Benz Group AG vai discutir cortes de custos mais profundos com representantes sindicais, ampliando o uso de inteligência artificial para reduzir despesas diante de uma queda de demanda em mercados-chave. As negociações formais com líderes sindicais devem ocorrer em breve.
A diretora de recursos humanos, Britta Seeger, disse em entrevista que o acordo pode sofrer alterações em seus termos, mantendo o foco em economias e eficiência. O objetivo é ajustar as condições para os próximos anos.
Atualmente, o pacto impede demissões compulsórias nas fábricas da Mercedes na Alemanha, que formam o núcleo da rede de produção da empresa de luxo. A revisão pode alterar esse aspecto, conforme as negociações avancem.
O processo envolve a central de negociação com sindicatos e pode impactar regras trabalhistas vigentes até 2034. As conversas ocorrem em um contexto de busca por ganhos de produtividade sem comprometer ações de proteção aos empregos.
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